Meio século depois, EUA voltam a mirar a Lua em uma missão ambiciosa
Em 1969, a Apollo 11 era capa de VEJA em uma reportagem que trazia detalhes da conquista de Neil Armstrong. Mais de 50 anos depois, a Nasa está com data agendada para voltar ao solo lunar
Mais de meio século após a última pegada humana ter sido deixada no solo lunar, a Nasa está de volta com um programa que promete não apenas repetir o feito, mas estabelecer uma presença permanente na Lua.
Em 23 de julho de 1969, a missão Apollo 11, que culminou no primeiro pouso tripulado na Lua, era capa de VEJA. A reportagem relata a descida histórica do comandante Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua. Além de descrever as etapas da viagem e a transmissão para a Terra, o texto também traz relatos da comunicação entre a tripulação e o controle em Houston.
Agora, a agência espacial americana está com uma nova missão já agendada, prevista para fevereiro: a Artemis, cujo nome é, ao mesmo tempo, uma homenagem ao passado e uma declaração de intenções para o futuro da exploração espacial.
Após o sucesso da missão não tripulada Artemis I, o próximo grande marco será a Ártemis II. Nesta fase, quatro astronautas subirão a bordo da cápsula Orion para orbitar a Lua, testando todos os sistemas de suporte à vida sem realizar o pouso. O momento mais aguardado ocorrerá com a Artemis III, planejada para os anos seguintes, que finalmente levará a tripulação ao Polo Sul lunar.
As missões seguintes focarão na construção da Gateway, uma estação espacial na órbita lunar que servirá como ponto de parada e laboratório. O objetivo final é aprender a viver e trabalhar em outro mundo para que, em um futuro não tão distante, a Lua sirva de trampolim para o salto definitivo da nossa espécie em direção a Marte.
Acompanhe em VEJA. Todas as quintas-feiras você, leitor, poderá conferir uma edição do passado no nosso #TBT e ainda consultá-la na íntegra na home do nosso site.





