Neymar: de ‘herdeiro de Pelé’ à incógnita para a Copa
Em 2011, VEJA coroou o atacante como herdeiro de Pelé; anos depois, fora de uma convocação, ele ainda precisa provar seu lugar na seleção
Houve um tempo em que o Brasil parecia ter certeza de quem seria o próximo a ocupar o trono de rei do futebol. Na capa de VEJA de 29 de junho de 2011, Neymar surgia coroado como herdeiro de Pelé. Jovem, talentoso, midiático, ele reunia tudo o que se espera de um craque destinado a ser ídolo.
A reportagem mostrava não apenas o jogador, mas o fenômeno: um atleta que já era tratado como protagonista antes mesmo de atingir seu auge. Porém, o texto também apontava os desafios que vinham no pacote: a pressão intensiva, a cobrança por maturidade e a dúvida recorrente sobre até onde ele iria chegar.
O tempo passou, e a pergunta permanece. Às vésperas de mais uma Copa do Mundo, Neymar tem uma trajetória marcada por altos e baixos, lesões e interrupções.
Desta vez, o atacante ficou de fora da convocação para dois amistosos da seleção brasileira. Segundo o técnico Carlo Ancelotti, Neymar ainda pode estar na Copa do Mundo, mas tem que “seguir trabalhando, jogando, mostrando suas qualidades e melhorar suas condições físicas”. Entre a coroa e a incerteza, ele segue como um dos personagens mais complexos do futebol brasileiro.
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