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Aquecimento global pode subir mais de 1,5°C, em 5 anos

Alerta vem da Organização Meteorológica Mundial, que prevê elevação contínua de temperatura

Por Valéria França Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 28 Maio 2025, 18h59 • Atualizado em 28 Maio 2025, 21h11
  • Relatório divulgado, nesta quarta-feira, 28, pela Organização das Nações Unidas (ONU), evidencia ainda mais a urgência de que medidas sejam tomadas pelas nações para reverter a escalada das temperaturas recordes, esperadas para os próximos cinco anos. A previsão da Organização Meteorológica Mundial (OMM) é do aumento da média global superior a 1,5°C, acima dos níveis pré-industrias (1850-1900), determinado como limite máximo no Acordo de Paris. A partir daí, há o entendimento comum entre os cientistas de riscos climáticos imprevisíveis. O relatório prevê aumento de até 1,9°C.

    A escalada de recordes de temperaturas afeta diretamente as economias locais assim como a saúde das pessoas, que ficam mais vulneráveis aos eventos climáticos intensos. As regiões ficam mais propensas à incêndios, secas e inundações que podem ficar ainda mais severos do que se viu nos últimos dois anos, ao redor do planeta.

    Leia:

    +https://beta-develop.veja.abril.com.br/ciencia/nasa-confirma-que-2024-foi-o-ano-mais-quente-ja-registrado/

    O ano passado já foi confirmado como o mais quente da história, pelo relatório  “Estado do Clima Global 2024” da OMM. Esse relatório enfatiza a necessidade de redução rapida das emissões de gases de efeito estufa e de implementar medidas de adaptação para mitigar os impactos das mudanças climáticas. Nessa situação, cada cada fração de CO₂ evitada ou removida da atmosfera conta. Abaixo as medidas que, segundo a ONU, podem ajudar a mudar o panorama global e salvar vidas.

    Redução rápida das emissões de gases de efeito estufa

    • Zerar as emissões líquidas até 2050 é essencial para limitar o aquecimento a 1,5 °C.
    • Priorizar o corte de CO, metano (CH) e outros poluentes de vida curta.
    • Fechar usinas a carvão e restringir novos investimentos em combustíveis fósseis.

      Transição energética

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    • Substituir rapidamente combustíveis fósseis por fontes renováveis (solar, eólica, hidrelétrica).
    • Aumentar investimentos em eficiência energética e redes de distribuição modernas.
    • Promover transporte limpo (veículos elétricos, transporte público, ciclovias).

      Preservação e recuperação de ecossistemas naturais

    • Restaurar florestas, manguezais e áreas degradadas, que atuam como sumidouros de carbono.
    • Proteger a biodiversidade, já que ecossistemas resilientes ajudam na adaptação climática.

      Mudança nos sistemas alimentares

    • Reduzir o consumo de carne (especialmente bovina), que é altamente emissora de metano.
    • Combater o desperdício de alimentos.
    • Incentivar práticas agrícolas sustentáveis e regenerativas.

      Financiamento climático e justiça social

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    • Ajudar países em desenvolvimento com tecnologia, recursos financeiros e capacitação.
    • Implementar políticas que garantam uma transição justa para trabalhadores e comunidades dependentes de setores poluentes.

      Educação, comunicação e participação social

    • Aumentar a conscientização climática e a participação cidadã nas decisões políticas.
    • Envolver jovens, comunidades indígenas e movimentos sociais.

    Leia:

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    +https://beta-develop.veja.abril.com.br/agenda-verde/gelo-polar-pode-desaparecer-mesmo-com-meta-de-15-c-revela-pesquisa-alarmante/

     

     

     

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