Alvo da PF, presidente do IVL não é encontrado e passa a ser considerado foragido
Com Carlos Cesar Rocha foragido, a PF espera que o Supremo determine a prisão preventiva do procurado
Um dos alvos da operação da Polícia Federal deste sábado, o presidente do Instituto Voto Legal, Carlos Cesar Rocha, não foi encontrado e passou a ser considerado foragido.
Após determinação de Alexandre de Moraes, do STF, a PF cumpriu mandados de prisão domiciliar de 10 condenados pela Primeira Turma da Corte por tentativa de golpe de Estado. A medida foi uma reação à tentativa do ex-diretor da PRF Silvinei Vasques, detido ontem no Paraguai enquanto tentava fugir para El Salvador.
Com Rocha foragido, a PF espera que o Supremo determine a prisão preventiva do procurado.
A defesa de Rocha alegou ter feito contato com o cliente, que informou que se mudou de endereço e que não falaria onde está.
O presidente do IVL foi condenado a pena de sete anos e seis meses de reclusão em regime inicial semiaberto, além de multa, por dois crimes: organização criminosa armada e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.







