Após seis anos e sete meses, ex-goleiro Bruno deixa a prisão
Ele saiu do presídio em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte, após uma liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello, do STF
Por Da Redação
24 fev 2017, 20h02 • Atualizado em 4 jun 2024, 19h25
Bruno deixa a prisão ao lado da esposa Ingrid Calheiros e do advogado Lúcio Adolfo (TV Globo/Reprodução)
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Seis anos e sete meses preso após ter sido condenado por matar a ex-namorada Eliza Samudio, o ex-goleiro Bruno deixou a prisão amparado por uma liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele estava preso na Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte.
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Na saída, ele foi recebido pelo seu advogado Lúcio Adolfo – com quem saiu no carro – e alguns poucos amigos. O ex-goleiro não quis falar com jornalistas que faziam plantão em frente ao presídio. Não foi revelado para onde o ex-goleiro iria, mas, segundo a Globonews, o mais provável era que se encontrasse com a atual mulher, a dentista Ingrid Calheiros, em Belo Horizonte.
Em 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão pelo assassinato, mas aguardava há quatro anos o julgamento de um recurso, que está parado no Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Segundo o ministro Marco Aurélio, o goleiro tem o direito de aguardar o julgamento do recurso em liberdade, já que é réu primário e possui bons antecedentes criminais.
“Colocou-se em segundo plano o fato de o paciente ser primário e possuir bons antecedentes. A esta altura, sem culpa formada, o paciente está preso há seis anos e sete meses. Nada, absolutamente nada, justifica tal fato”, escreveu Marco Aurélio.
1/12 O goleiro Bruno Fernandes deixa a Apac (Associação de Proteção e Assistência ao Condenado) em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte - 24/02/2017 (Flávio Tavares/Hoje em Dia/Protegido: Estadão Conteúdo)
2/12 O goleiro Bruno Fernandes deixa a Apac (Associação de Proteção e Assistência ao Condenado) em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte - 24/02/2017 (Flávio Tavares/Hoje em Dia/Protegido: Estadão Conteúdo)
3/12 O ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes, chega ao DI, Departamento de Investigações, em Belo Horizonte, em 2010 (Alex de Jesus/Reuters)
4/12 O ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes, chega ao DI, Departamento de Investigações, em Belo Horizonte, em 2010 (André Mourão/O Dia)
5/12 Bruno Fernandes, ex-goleiro do Flamengo, conduzido por policiais para audiência realizada no II Tribunal do Júri, sobre o processo do desaparecimento de Eliza Samudio, sua ex-amante. (Alexandre Guzanshe/Fotoarena)
6/12 O ex-goleiro Bruno Fernandes, acusado de mandar matar sua amante, a modelo Eliza Samudio, em junho de 2010, durante o segundo dia do julgamento no Fórum de Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte, ao lado de seu advogado Lúcio Adolfo (Alexandre Brum/O Dia)
7/12 Bruno Fernandes, ex-goleiro do Flamengo, é conduzido por policiais ao fórum de Contagem, sobre o processo do desaparecimento de Eliza Samudio, sua ex-amante, em 2010 (Jackson Romanelli/Estado de Minas)
8/12 O ex-goleiro Bruno Fernandes no Presídio Nelson Hungria com a camisa do Montes Claros, clube que ele assinou contrato, em 2013 (Alexandre Battibugli/Placar)
9/12 Goleiro Bruno no treino do Flamengo no Ninho do Urubu, em Vargem Grande, em 2010 (Fabio Motta/Protegido: Estadão Conteúdo)
10/12 Bruno, do Flamengo, durante jogo entre Grêmio 4 x 1 Flamengo, partida válida pela Campeonato Brasileiro 2009, no estádio Olímpico. (Edison Vara/Placar)
11/12 Bruno, goleiro do Flamengo durante do segundo jogo das oitavas de final entre Corinthians 2 x 1 Flamengo, partida válida pela Copa Libertadores da América 2010, no estádio do Pacaembu (Renato Pizzutto/Placar)
12/12 Bruno, goleiro do Flamengo, durante treino, em 2007 (Marcelo Regua/O Dia)
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