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Assembleia do Rio terá que se explicar a Moraes por ‘gratificação faroeste’

Ministro abriu prazo para Assembleia Legislativa enviar ao STF informações sobre bônus em dinheiro para policiais civis que executarem criminosos em operações

Por Rayssa Motta Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 1 fev 2026, 14h39 • Atualizado em 1 fev 2026, 14h41
  • O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) envie explicações sobre a chamada “gratificação faroeste” – bônus em dinheiro para policiais civis que matarem criminosos em operações. O prazo para resposta é de dez dias, a contar da notificação.

    Moraes vai aguardar as informações para liberar o processo para julgamento direto no plenário do STF. O ministro considerou que, “diante da relevância da matéria e de seu especial significado para a ordem social e a segurança jurídica”, o caso deveria ser decidido colegiadamente, ou seja, não haverá decisão monocrática.

    A premiação foi criada como parte de um projeto de lei que reestruturou a Polícia Civil do Rio. O governador Cláudio Castro (PL) chegou a vetar o trecho, incluído por uma emenda no projeto do Executivo, mas os deputados estaduais derrubaram o veto no plenário da Alerj.

    A nova legislação prevê que uma gratificação “por mérito especial”, em percentual mínimo de 10% e máximo de 150% do salário, “em caso do policial ser vitimado em serviço, efetuar a apreensão de armas de grande calibre ou de uso restrito, em operações policiais, bem como em caso de neutralização de criminosos”.

    O dispositivo é questionado em uma ação movida pelo PSOL, que acionou o STF alegando que a premiação estimula a letalidade policial. O partido também argumenta que os deputados não poderiam ter criado uma despesa remuneratória para os cofres estaduais sem o aval do Executivo.

    O processo foi distribuído ao gabinete de Moraes por prevenção, porque ele é o relator da ADPF das Favelas, ação sobre a violência policial no Rio de Janeiro. O ministro também pediu informações do governador e pareceres da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Advocacia-Geral da União (AGU).

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