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Chuva pode ter sido causa de rompimento de barragem em Goiás

A estrutura se rompeu no último sábado e atingiu parte da cidade de Pontalina, sem deixar vítimas

Por Redação
6 jan 2020, 09h13 • Atualizado em 6 jan 2020, 09h46
  • As equipes técnicas da força-tarefa instalada pelo governo de Goiás suspeitam que o rompimento da barragem localizada na Fazenda São Lourenço das Guarirobas, em Pontalina (GO), a cerca de 120 quilômetros de Goiânia, tenha sido causado pelo alto volume de chuvas na região. A estrutura se rompeu no sábado 4 atingindo parte da cidade, sem deixar vítimas. Os técnicos farão uma avaliação mais detalhada nesta segunda-feira, 6, para concluir o que aconteceu.

    Segundo a prefeitura de Pontalina, pelo menos quatro residências da rua Padre Primo foram condenadas e interditadas pelos bombeiros por risco de desabamento. “O levantamento final de todos os danos ainda está sendo feito pela equipe técnica responsável e em breve será divulgado oficialmente pelos órgãos competentes”, diz a administração municipal.

    Os técnicos da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), profissionais da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), Companhia Saneamento de Goiás (Saneago), equipes do Corpo de Bombeiros, Comando de Policiamento Ambiental da Polícia Militar, Comando de Policiamento Rodoviário da PM e Defesa Civil estão no local desde que ocorreu o acidente.

    De acordo com a nota divulgada pela Semad, os técnicos fizeram um sobrevoo panorâmico na região para identificar possíveis danos causados pelas enchentes. “A propriedade estava irregular quanto ao cadastro de segurança da barragem, uma vez que o prazo para regularização expirou em 31 de dezembro de 2019 e o detentor não informou qualquer dado sobre o estado de conservação da estrutura”, afirma o órgão.

    A secretaria vistoriou também três outras barragens e, em uma delas, foi observado que as águas ainda passam por cima do barramento. O proprietário rural foi orientado sobre medidas a serem adotadas. Em outra propriedade, os profissionais observaram que a água continua passando pelo talude. Por isso, o local continua sendo monitorado.

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    (Com Agência Brasil)

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