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Ex-CEO da Hurb é alvo de nova ordem de prisão da Justiça

João Ricardo Mendes foi detido com documento adulterado e tornozeleira eletrônica desligada

Por Duda Monteiro de Barros Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 8 jan 2026, 13h02 • Atualizado em 8 jan 2026, 13h04
  • A Justiça do Rio de Janeiro decretou, na última quarta-feira, 7, uma nova prisão preventiva contra o empresário João Ricardo Rangel Mendes, ex-CEO da Hurb. A decisão, assinada pelo juiz André Felipe Veras de Oliveira, atende a um pedido do Ministério Público do Rio (MPRJ) após Mendes ser flagrado tentando embarcar em um voo em Jericoacoara (CE) utilizando um documento falso e com sua tornozeleira eletrônica descarregada. O uso de documento falso configura um novo crime e que o descumprimento das medidas cautelares representa um risco concreto à ordem pública, justificando o retorno ao cárcere. As autoridades não têm informações precisas sobre seu atual paradeiro.

    A defesa do empresário contestou a decisão, argumentando que ele não descumpriu as regras, pois sua viagem ao Ceará começou em 29 de dezembro e não ultrapassou o período de 30 dias fora do Rio sem autorização. O advogado também alegou que não há provas de que a tornozeleira estava desligada intencionalmente. No entanto, o juiz citou um relatório da administração penitenciária que apontava “reiteradas violações de monitoramento” e acatou a tese do MPRJ de que Mendes vinha desrespeitando outras determinações, como a não apresentação de relatórios médicos.

    O caso tem como pano de fundo a detenção de Mendes na noite de segunda-feira, 5, no aeroporto de Jericoacoara, quando foi autuado por uso de documento falso. Ele obteve liberdade provisória em uma audiência de custódia no dia seguinte, mas a Justiça fluminense reconsiderou a situação com base no descumprimento geral das medidas cautelares. Diante da nova ordem de prisão, a defesa informou que considera a medida “descabida” e vai recorrer da decisão. 

    No início de 2025, Mendes foi preso no Rio de Janeiro sob acusação de furto de obras de arte de um hotel de luxo. O caso ganhou notoriedade pública devido ao seu papel à frente da Hurb, empresa que foi forçada a encerrar suas operações formais no Brasil em abril do mesmo ano, após uma grave crise marcada por sanções regulatórias e milhares de reclamações de consumidores por pacotes de viagem não entregues.

     

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