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Operação que mira bicheiro Rogério de Andrade prende PMs no Rio

Dois policiais militares aposentados são acusados de integrar organização criminosa e fazer a segurança dos pontos de exploração de caça-níqueis

Por Amanda Péchy Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 29 jan 2026, 08h24 • Atualizado em 29 jan 2026, 08h32
  • Dois policiais militares aposentados que faziam a segurança armada do bicheiro Rogério de Andrade foram presos em uma operação do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) na manhã desta quinta-feira, 29.

    Os agentes são acusados de integrar a organização criminosa do contraventor que está preso no Presídio Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, desde outubro de 2024. De acordo com o MPRJ, eles faziam a segurança dos pontos de exploração de máquinas de caça-níqueis e outras atividades ilícitas. O órgão também expediu um novo mandado de prisão contra Andrade.

    A operação liderada pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) contou com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI), da Corregedoria-Geral da Polícia Militar e da Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM).

    Os PMs Marcos Antonio de Oliveira Machado, conhecido pelo sobrenome Machado, e Carlos André Carneiro de Souza, o “Carneiro”, foram presos nas primeiras horas do dia. Eles foram levados para a 32ª DP (Taquara) e para a 24ª DP (Piedade), respectivamente.

    Além de fazer a guarda pessoal e prestar serviços diretos a Andrade e a seus familiares, Carlos André é suspeito de subornar um policial militar da ativa para conseguir informações sobre operações. Segundo a investigação, além de conseguir informações privilegiadas sobre as operações, o “Carneiro” e o bicheiro tentavam direcionar as ações policiais contra estabelecimentos de bicheiros rivais no estado.

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    Esta é a segunda fase da Operação Pretorianos, que, em 2024, cumpriu mandados de busca e apreensão contra policiais. Na primeira etapa, três policiais civis e um agente penitenciário foram alvos do Ministério Público por suspeita de participar de negociações para liberar presos em flagrante com pagamentos ilegais.

    A ação foi batizada com esse nome pelo Gaeco em uma alusão à Guarda Pretoriana, uma unidade de defesa pessoal dos imperadores romanos na antiguidade. Ela é continuação da Operação Calígula, realizada em 2022, contra as redes de jogos de azar de Rogério de Andrade e do ex-policial Ronnie Lessa.

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