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Polícia prende chefe do PCC apontado como mandante da morte de ex-delegado geral de SP

Execução de Ruy Ferraz Fontes ocorreu em uma emboscada em Praia Grande, no litoral paulista, em setembro do ano passado

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 13 jan 2026, 14h11 • Atualizado em 13 jan 2026, 14h18
  • A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta terça-feira, 13, três acusados de participação no assassinato do ex-delegado-geral da Polícia Civil paulista Ruy Ferraz Fontes, morto em setembro do ano passado, em Praia Grande, na Baixada Santista, em uma execução a tiros na rua. Foram detidos Fernando Alberto Ribeiro Teixeira, conhecido como Azul e apontado como um dos chefes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Mandados de busca e apreensão foram expedidos na mesma operação.

    Ainda foram presos pela polícia Marcio Serapião de Oliveira, conhecido como Velhote, e Manoel Alberto Ribeiro Teixeira, o Manezinho. Os dois também teriam vínculo com o PCC e teriam participado do crime atuando na logística. Para chegar até os integrantes da organização criminosa, a Polícia Civil mapeou as relações entre os faccionados, analisou aparelhos celulares apreendidos durante as investigações e também impressões digitais na cena do crime.

    Aposentado como policial, Ruy era secretário municipal de Administração de Praia Grande quando foi executado a tiros em uma emboscada. Ele foi perseguido e atingido por disparos efetuados por três autores, que desceram do veículo fortemente armados depois de o carro em que o ex-delegado-geral estava colidir com dois ônibus.

    Fontes atuou na Polícia Civil de São Paulo por cerca de quarenta anos e foi um dos primeiros a investigar a atuação do PCC em território paulista. Segundo informações de 2019 do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), o PCC havia decretado a morte de Ferraz em uma espécie de vingança pelas transferências de integrantes da cúpula da facção de presídios de São Paulo para o regime federal.

    Ruy começou como delegado de polícia titular da Delegacia de Taguaí (Deinter 7) e ao longo dos anos foi delegado de polícia assistente da Divisão de Homicídios do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP); delegado da 1ª Delegacia de Polícia da Divisão de Investigações Sobre Entorpecentes do Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Denarc); delegado da 5ª Delegacia de Polícia de Investigações Sobre Furtos e Roubos a Bancos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e comandou outras delegacias e divisões na capital.

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