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PMs decidem manter paralisação no Rio Grande do Norte

Pedindo melhores condições de trabalho, movimento de agentes de segurança já dura 17 dias e é considerado ilegal pela Justiça do estado

Por Guilherme Venaglia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 5 jan 2018, 16h18 • Atualizado em 4 jun 2024, 17h47
  • Em assembleia na tarde desta sexta-feira 5, os policiais militares do Rio Grande do Norte decidiram manter a paralisação que já dura dezessete dias. Os agentes negam que estejam em greve, mas apenas trabalhando com as condições oferecidas pelo Poder Executivo. Portanto, o movimento, que os policiais denominam “Operação Segurança com Segurança”, vai permanecer por tempo indeterminado.

    Nesta quinta-feira, a Associação dos Subtenentes e Sargentos PM e Bombeiros Militares, que representa os agentes, apresentou ao governador Robinson Faria (PSD) um pedido para que o movimento não seja reconhecido como greve. A lista de demandas inclui ainda o pagamento de salários atrasados e o aumento do valor de benefícios.

    Após reunião no final do dia, já com as pautas apresentadas, não houve acordo, o que desencadeou a decisão da assembleia desta sexta-feira. A associação ainda critica o veto do governador a dois projetos de lei que beneficiavam a categoria. Uma das propostas vetadas foi apresentada pelo próprio Executivo e reajustava o valor das diárias de operações de PMs de 50 para 100 reais; o outro concedia isenção de ICMS para compra de armas de fogo por bombeiros.

    Os agentes da Polícia Civil também se reúnem para decidir sobre a continuidade do movimento. A assembleia está prevista para ter uma definição até o fim da tarde desta sexta-feira. No plantão de Natal, a desembargadora Judite Nunes considerou a paralisação ilegal. No dia 31 de dezembro, outro desembargador, Cláudio Santos, autorizou a prisão de agentes que incentivem a paralisação, mas isso não está sendo aplicado na prática.

    Nos últimos doze dias de 2017, o Rio Grande do Norte viu um crescimento de 40% no número de crimes violentos em comparação ao mesmo período de 2016. Mais de 100 assassinatos já foram registrados desde o início da paralisação. A situação motivou o envio de 2.800 homens para o policiamento da capital Natal e da segunda maior cidade, Mossoró.

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