Prefeitura do Rio afasta Monique Medeiros, acusada no caso Henry
Processo da Secretaria de Educação avaliou a conduta da professora
O prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) demitiu nesta quarta-feira, 25, Monique Medeiros, ré pela morte do filho, Henry Borel, de apenas 4 anos. Com a decisão, ela perde o cargo de professora na rede municipal do Rio e deixa de ser servidora. Após uma série de afastamentos e retornos administrativos, desde o crime, o processo administrativo disciplinar (PAD) votou pela demissão da docente. Ela vinha recebendo salários como servidora pública municipal mesmo depois da morte do menino, há 5 anos, com sinais de agressão em um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio.
No início desta semana, o julgamento do caso Henry Borel foi adiado para 25 de maio, após uma manobra da defesa de Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, padrasto da criança. Os advogados deixaram o plenário após a juíza Elizabeth Louro negar um pedido de adiamento. Sem defensores, a sessão não poderia prosseguir e precisou ser remarcada. Com a postergação, Monique obteve o relaxamento da prisão e aguardará em liberdade.





