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Prefeitura vai demolir prédios na Muzema quando resgate acabar

Os três edifícios próximos ao local do desabamento serão demolidos 'de imediato' assim que o Corpo de Bombeiros encerrar o trabalho

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 16 abr 2019, 15h52 • Atualizado em 30 jul 2020, 19h49
  • A prefeitura do Rio de Janeiro pretende demolir três prédios no condomínio Figueiras do Itanhangá assim que acabar o trabalho de resgate do Corpo de Bombeiros nos escombros dos dois edifícios que desabaram na comunidade da Muzema, Zona Oeste da cidade. Segundo a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Habitação, serão demolidos “de imediato” os prédios ao lado da área do desabamento e o que fica logo acima deles.

    A Secretaria realizou o escoramento de prédios ao lado da área do desabamento, para a segurança dos profissionais que atuam no local. A ação só ocorrerá após a conclusão das buscas dos Bombeiros, que trabalham ininterruptamente desde a última sexta-feira, 12, dia do desabamento. Pelo menos dezesseis pessoas morreram e oito ainda estão desaparecidas.

    Depois da derrubada, a Prefeitura informou que vai trabalhar para demolir todas as edificações irregulares no local, o que deve levar mais tempo por depender de decisões judiciais. Até o momento, são contabilizados 13 prédios total ou parcialmente interditados por apresentarem riscos estruturais.

    Desde o desabamento, a prefeitura informou que 60 famílias já foram atendidas pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, sendo 38 desalojadas e 14 desabrigadas. Não foi necessário acolhimento em abrigos porque as famílias desabrigadas foram para casas de parentes e amigos.

    As obras dos dois edifícios eram irregulares e estavam formalmente embargadas desde novembro, segundo a administração do prefeito Marcelo Crivella (PRB). No entanto, como a própria prefeitura reconheceu em nota, Muzema é área “controlada por milícia”, os grupos paramilitares formados, em sua maioria, por ex-policiais militares que dirigem e exploram bairros inteiros da cidade.

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    Em virtude da atuação dos milicianos, que, de acordo com especialistas, não isenta a gestão municipal de nenhuma responsabilidade sobre o ocorrido, a fiscalização era dificultada e pessoas continuavam a viver no local. Moradores pagavam cerca de 100 reais por mês à milícia para viver no condomínio.

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    (Com Agência Brasil)

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