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Relator da CPMI do INSS diz que homenagem a Lula é ‘exaltação à corrupção e à esculhambação’

'Hoje foi dia de Lula e sua trupe sambarem na cara do cidadão de bem', disse deputado Alfredo Gaspar (União-AL)

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 16 fev 2026, 11h24 • Atualizado em 16 fev 2026, 14h29
  • O relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), afirmou que desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi uma exaltação à “esculhambação” e à “corrupção” que tomou conta do país.

    “O desfile da escola de samba em homenagem a Lula foi um marco na exaltação à corrupção e à esculhambação em que se tornou o Brasil sob a gestão de um condenado em três instâncias. Hoje foi dia de Lula e sua trupe sambarem na cara do cidadão de bem, mas o povo já dança há muito tempo”, afirmou o parlamentar.

    Gaspar ainda elencou problemas atuais brasileiros atribuídos ao governo petista. “Vivemos com juros nas alturas, dívida pública gigantesca, responsabilidade fiscal destruída, crime organizado tomando conta da nação, corrupção desenfreada e o futuro do país comprometido. Que este ano seja de mudança no Brasil”, completou o deputado federal.

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    O desfile ainda continuará em destaque entre os políticos por se tratar de ano eleitoral. Isso porque, o partido Novo, que tem o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, como pré-candidato à Presidência da República, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), hoje o principal opositor de Lula na busca pela cadeira presidencial, anunciaram que apresentarão uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para apurar possível abuso de poder político ou econômico.

    De acordo com a legislação eleitoral brasileira, a Aije tem como objetivo “promover e assegurar as condições de igualdade entre os candidatos durante a disputa eleitoral” e “proteger a probidade administrativa, a moralidade para o exercício de mandato considerada vida pregressa do candidato, e a normalidade e legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou o abuso do exercício de função, cargo ou emprego na administração direta ou indireta”.

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