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Caso Master: Sindicato repudia ‘tentativa’ de criar crise entre BC e STF

Em nota, o Sinal reiterou a confiança na lisura, na qualidade técnica e no compromisso público dos trabalhos realizados pelos servidores do BC

Por Marcelo Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 dez 2025, 12h47 • Atualizado em 30 dez 2025, 12h50
  • Horas antes da acareação entre o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e do diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino Santos, o sindicato nacional dos funcionário da autarquia criticou as supostas tentativas de se gerar uma crise entre o BC e o STF.

    “O Sinal repudia veementemente qualquer tentativa de arrastar o Banco Central para disputas de natureza político-eleitoral ou de fomentar indisposição institucional entre a autarquia e membros do STF. Tais iniciativas apenas contribuem para a desinformação, fragilizam o debate público e colocam em risco a credibilidade das instituições”, diz a nota.

    “Reiteramos nossa plena confiança na lisura, na qualidade técnica e no compromisso público dos trabalhos realizados pelos servidores do BC — auditores, técnicos e procuradores — que constituem a base técnica das decisões adotadas pela diretoria colegiada da instituição”, acrescenta.

    Marcada para esta terça-feira, a acareação foi determinada pelo ministro Dias Toffoli, relator do inquérito que investiga fraudes financeiras envolvendo o Master e o BRB. Desde o início de dezembro, o caso tramita em sigilo no STF.

    Após Toffoli marcar a acareação de ofício, sem que houvesse provocação da Polícia Federal ou do Ministério Público, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, solicitou a suspensão da medida, por considerá-la prematura. O pedido foi negado pelo ministro do Supremo.

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    O BC chegou recorrer ao STF e pediu esclarecimentos sobre a iniciativa, questionando a condição em que seu diretor foi convocado e a urgência do procedimento durante o recesso do Judiciário.

    Em resposta, Toffoli disse que nem Aquino nem o BC são investigados e manteve a data do procedimento.

    Em nota, o sindicato dos funcionários do BC pontuou estar convicto de que “todos os esclarecimentos necessários serão prestados às autoridades competentes, no tempo adequado e nos fóruns e instâncias institucionais apropriados, como sempre ocorreu”.

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