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Sucessão em MG tem guerra entre candidato de Zema e chefe de entidade de prefeitos

O vice-governador Mateus Simões e o prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão, trocaram farpas na internet

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 22 jan 2026, 11h07 • Atualizado em 22 jan 2026, 11h31
  • Cotado para disputar a sucessão de Romeu Zema em Minas Gerais, o presidente da Associação Mineira de Municípios e o prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão, entrou na linha de tiro do atual vice-governador mineiro, Mateus Simões (PSD), que decidiu ironizar a colaboração da prefeitura no custeio de serviços de responsabilidade do estado.

    “O prefeito reclamou, mandei cancelar todo o apoio que ele dava à polícia no seu município, que depois fui checar e se resumia a dois estagiários cedidos para a Polícia Militar”, disparou o vice-governador.

    Falcão reagiu: “Lamento a postura do vice-governador. Fica claro que ele não está sabendo o que realmente se passa nas cidades de Minas, fora da capital, e nem o que nós, mineiros, vivenciamos e a própria polícia estadual enfrenta todos os dias nas ruas com baixo efetivo, falta de equipamento adequado. Em Patos, a prefeitura tinha 13 pessoas cedidas para a Polícia Civil, além do pagamento de aluguel e da estrutura física disponibilizada. Tratar isso com algo pequeno é diminuir e ridicularizar o interior de Minas, que não é pequeno. Somos quase 80% da população, somos nós que movemos o estado”.

    Como presidente da AMM, Falcão vem cobrando, desde o ano passado, que o governo estadual assuma os gastos com serviços que são de sua responsabilidade. Ele destaca que só Patos, durante seu primeiro mandato, arcou com uma conta de 30 milhões de reais que seria de responsabilidade da gestão Zema.

    “Se o governo estadual assumir aquilo que é sua obrigação, as cidades mineiras vão ter um alívio nas contas. Mas não é isso que estamos vendo. O vice-governador prefere ironizar e debochar de quem ousa apontar falhas e cobra que o estado simplesmente assuma suas atribuições. A população não pode ser prejudicada por um projeto de poder. Valorizar municípios não é favor, é condição para que Minas funcione hoje e no futuro”, acrescentou Falcão, que apareceu empatado com Mateus Simões na primeira pesquisa eleitoral em que seu nome foi testado como possível candidato ao governo do estado.

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