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Tebet confirma saída do ministério e diz que será ‘candidata a alguma coisa’ em 2026

Ministra afirma que discutiu campanha ao Senado com Lula, mas não descarta governo estadual; estado, cargo e partido são incertos

Por Bruno Caniato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 jan 2026, 12h15 • Atualizado em 30 jan 2026, 15h51
  • A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, confirmou nesta sexta-feira, 30, que deve deixar o cargo no final de março para disputar as eleições de 2026. Ela disse que já houve uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em que foi discutida uma eventual campanha ao Senado, mas que ainda não está definida se a candidatura seria disputada em São Paulo ou no Mato Grosso do Sul, seu estado de origem.

    “Eu entendo que São Paulo tem dois nomes de peso relevantes, que são o ministro da Fazenda [Fernando Haddad] e o vice-presidente Geraldo Alckmin. É um projeto coletivo e exige algumas movimentações que precisam ser feitas dentro e fora dos partidos políticos”, declarou Tebet. Ela conversou com jornalistas durante a cerimônia de lançamento do Observatório da Qualidade do Gasto Público, iniciativa capitaneada pelo Insper, em São Paulo.

    A ministra, no entanto, diz que não está descartada a hipótese de concorrer a um cargo de governadora (em qualquer dos dois estados), acrescentando que terá outro encontro com Lula antes do Carnaval para consolidar o plano. “Não chegamos nesse detalhe, se vai ser candidatura ao Senado, ao governo, no Mato Grosso do Sul ou São Paulo. A certeza é que eu não permaneço no ministério e sou candidata a alguma coisa no processo de 2026”, declarou.

    Questionada se voltaria a comandar o Ministério do Planejamento em uma eventual reeleição de Lula, Tebet disse que “jamais imporia condição” para ser candidata na chapa do governo federal.

    Mudança de partido ‘não está no radar’, diz Tebet

    Também nesta sexta-feira, a ministra confirmou que recebeu um convite para se filiar ao PSB para disputar as eleições deste ano, mas a decisão ainda não foi tomada. “Eu tenho um carinho muito grande por membros do PSB, mas não está no meu radar agora”, afirmou.

    Uma possível migração partidária de Tebet encerraria um período de quase três décadas de filiação ao MDB, partido pelo qual foi vice-governadora do Mato Grosso do Sul e senadora pelo mesmo estado. Entre os quadros do PSB estão aliados estratégicos de Lula, como Geraldo Alckmin, o ministro Márcio França (Empreendedorismo) e o prefeito de Recife, João Campos.

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