TSE atrasa julgamento de desfiliação de deputada mais votada do Pará
Alessandra Haber pediu para sair do MDB em novembro de 2024
O TSE está há mais de um ano sem julgar o pedido de desfiliação do MDB da deputada Alessandra Haber, a mais votada do Pará em 2022.
O requerimento para deixar o partido foi apresentado em novembro de 2024. Naquele mês, o então relator, André Ramos Tavares, negou uma solicitação de liminar.
Durante o ano de 2025, foram coletadas provas, como atas de reuniões partidárias, e ouvidas testemunhas. Em dezembro, a nova relatora, Estela Aranha, liberou o processo para julgamento.
Uma resolução do TSE de 2007 determina que processos de desfiliação devem receber preferência e ser concluídos em 60 dias.
Alessandra Haber afirma sofrer discriminação interna por ser mulher e pela mudança de partido do seu marido, o prefeito de Ananindeua, Daniel Santos, que migrou do MDB para o PSB. Já a legenda alega que houve um “distanciamento político natural” e que a deputada resolveu apoiar candidatos de outras siglas.





