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Captar energia solar no espaço? Vidro lunar pode ser solução

Cientistas transformam vidro de poeira do satélite natural e cristal em células solares

Por Natalia Tiemi Hanada Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 3 abr 2025, 12h14 • Atualizado em 3 abr 2025, 12h18
  • A poeira da pegada de Neil Armstrong na Lua pode ser a solução para o fornecimento de energia. Cientistas criaram um vidro de regolito lunar que se transforma em células solares. De acordo com artigo publicado na Cell Press, o produto é uma saída para diminuir custos de transporte de materiais enormes para o espaço, e indica um caminho para uma futura cidade no satélite.

    Pesquisadores da Universidade de Potsdam buscavam uma solução para as atuais células solares no espaço, cuja alta eficiência de 30% a 40% vinha com um alto preço. “Elas [as células solares atuais] são bastante caras e relativamente pesadas porque usam vidro ou uma alumínio espesso de cobertura”, afirma Felix Lang, pesquisador-chefe do estudo na Universidade de Potsdam. 

    Os pesquisadores então buscaram soluções de material no satélite natural terrestre. O regolito lunar, a camada de elementos no solo da Lua, surgiu como opção. Para testar a teoria, os cientistas derreteram uma substância que simula a poeira lunar e a transformaram em vidro para células solares

    Junto com perovskita, cristais altamente eficientes na conversão de energia solar, a alternativa não apenas funcionou, como ofereceu vantagens em relação ao vidro tradicional na Terra. A versão terrestre escurece com o tempo no espaço, o que bloqueia a luz solar. Enquanto a versão de poeira lunar possui um tom amarronzado natural devido às impurezas, então sua cor é estável e não escurece. “E mais, as nossas células são mais estáveis contra a radiação, enquanto outras degradam com o tempo”, afirma Lang.

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    Os desafios, entretanto, são inevitáveis a começar pela baixa gravidade que pode mudar a formação do vidro lunar. Os solventes utilizados na criação da perovskita também não funcionarão no vácuo da Lua. E a estabilidade dos materiais também pode sofrer com as variações extremas de temperatura.

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    Lang, porém, se mantém otimista: “Os cientistas estão buscando soluções para usar a poeira lunar. Agora nós podemos transformá-la em células solares também e possivelmente providenciar a energia que uma futura cidade irá precisar.”

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