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Guia ensina como lidar e cuidar dos felinos

Pesquisadoras da USP lançam e-book gratuito para facilitar os cuidados e o desenvolvimento da empatia entre tutores e animais

Por Valéria França Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 4 jun 2025, 20h39 • Atualizado em 4 jun 2025, 20h40
  • A domesticação dos gatos começou há 11 mil anos, na Ásia, mas ainda é um desafio. Para facilitar a comunicação com esses pets tão elegantes e independentes, três pesquisadoras da Universidade de São Paulo, lançaram um e-book, gratuito, para ensinar as pessoas a se relacionarem melhor com seus tutores. “Conhecendo o comportamento dos gatos: um guia para tutores” ensina, por exemplo, a interpretar as expressões dos bichanos. Uma delas e ficar de olho nas orelhas do gato, se estiverem baixas, por exemplo, é sinal de desconforto ou medo, mas se estiverem eretas, há uma presa na área.

    Ao contrário dos cães, eles não abanam o rabo de felicidade. Porém, vale ficar de olho na cauda do bichano, porque ela também se comunica. Quando está ereta com a ponta levemente curvada é sinal de confiança e satisfação. Geralmente, ela fica desse jeito quando  os tutores chegam em casa. Mas se estiver baixa,  há algo errado, porque significa medo. mas quando o gato surgir com a cauda chicoteando de um lado para outro, o bicho está irritado com alguma coisa. Vale tentar descobrir o que está errado.

    Aproximar o tutor do comportamento natural do animal, melhora a convivência e o bem-estar dele. Dividido em seis capítulos, o guia foi escrito por Aline da Silva e Ana Júlia Ribeira, do Programa de Pós-Graduação em Psicobiologia da Faculdade de Filosofia, Ciências Sociais e Letras de Ribeirão Preto da USP, em parceria com Ana Alice Vercesi Gallo, especialista em comportamento animal.

    O objetivo das autoras é aumentar a empatia com os bichinhos, que ainda possuem alto índice de abandono. Estima-se 10 milhões deles estão sem teto. Geralmente são descartados (essa é a palavra) por razões como envelhecimento, mudança de rotina dos tutores e o surgimento de doenças. Apesar de serem independentes, gostam da proximidade e da sociabilidade, garantem as pesquisadoras.

    Leia:

    +https://beta-develop.veja.abril.com.br/ciencia/seu-gato-reconhece-voce-pelo-cheiro-a-ciencia-diz-que-sim/

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