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Telescópio James Webb pode ter observado as primeiras estrelas do Universo

Astros chamados de População III surgiram logo depois do Big Bang a partir de hidrogênio e hélio

Por Natalia Tiemi Hanada Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 nov 2025, 11h13 • Atualizado em 20 nov 2025, 11h19
  • Há muito tempo atrás, em uma galáxia muito muito distante, as primeiras estrelas do Universo se formaram. A notícias mais recente é que elas podem ter sido observadas de maneira inédita pelo telescópio espacial James Webb.

    O conjunto de estrelas chamado de População III surgiu logo depois do Big Bang, através de hidrogênio e hélio. Os astros de pouca vida na realidade já morreram ao se tornarem supernovas explosivas, mas as suas imagens levam bilhões de anos-luz para cruzar o universo. Ironicamente, a sua distância espacial e temporal também torna a tarefa do James Webb mais complicada.

    As candidatas estão na galáxia LAP1-B, há 13 bilhões de anos-luz da Terra. Os astrônomos se aproveitaram de galáxias mais próximas de nós como ‘lentes de aumento’ para a irmã mais velha.

    Nas observações, os pesquisadores encontraram evidências da presença de hélio na galáxia LAP1-B, porém, não detectaram elementos pesados característicos das primeiras galáxias com estrelas da População III.

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    As evidências ainda precisam de confirmação e navegam em incertezas, como apontou o artigo publicado no Astrophysical Journal Letters em outubro sobre a descoberta. O James Webb pode ter detectado raras nuvens de gás extremamente puras, ao invés de estrelas da População III. Estudos mais aprofundados da LAP1-B podem esclarecer a situação.

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    Apesar da pulga atrás da orelha, o descobrimento é o “mais próximo que já estivemos” de encontrar as estrelas mais antigas do universo, disse o astrônomo Jorryt Matthee, do Instituto de Ciência e Tecnologia na Áustria, sem envolvimento com a pesquisa.

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