Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 7,99

Tom Brady revela que novo cachorro da família é clone do antigo pet

Ex-astro da NFL contou que atual cão foi gerado a partir de amostra de mascote que morreu em 2023; empresa responsável também atua em projetos de “desextinção”

Por Ligia Moraes Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 5 nov 2025, 10h00 •
  • O ex-jogador de futebol americano Tom Brady revelou que o novo cachorro da família, chamado Junie, é um clone de Lua — a cadela que acompanhou o atleta por anos e morreu em dezembro de 2023. O anúncio foi feito nesta terça-feira, 4, por meio de um comunicado divulgado pela Colossal Biosciences, empresa de biotecnologia sediada nos Estados Unidos da qual o ex-quarterback é investidor.

    Segundo Brady, a clonagem foi possível porque, antes da morte do animal, foi realizada uma coleta de sangue para preservar o material genético. A Colossal declarou que utilizou uma tecnologia de clonagem não invasiva nesse procedimento.

    Como surgiu a clonagem de Junie?

    A criação de Junie ocorreu após o envio do material genético de Lua à Colossal, que viabilizou o processo para a família. A cadela original era uma mistura de raças com pit bull e havia sido adotada por Brady e sua então esposa, a modelo Gisele Bündchen.

    No mesmo dia da divulgação do caso, a Colossal anunciou a aquisição da Viagen Pets and Equine, empresa conhecida por clonar animais de estimação. A Viagen, agora controlada pela Colossal, já realizou procedimentos semelhantes para diversas celebridades, como Barbra Streisand e Paris Hilton, e detém licenças do Instituto Roslin, responsável pela técnica que deu origem à ovelha Dolly, primeiro animal a ser clonado, em 1996.

    Quanto custa e como funciona esse mercado?

    A Colossal não divulgou o valor cobrado pela clonagem de Junie. Porém, a Viagen, agora integrante do grupo, tem como referência preços entre US$ 50 mil e US$ 85 mil (cerca de R$ 300 mil a R$ 500 mil) para clonar cães — valores que podem ser ainda maiores quando se trata de outras espécies. O processo consiste na retirada e preservação de células do animal “original” e posterior aplicação em um embrião saudável, que é implantado em uma fêmea de barriga de aluguel.

    Continua após a publicidade

    A Colossal afirma que sua tecnologia é “não invasiva”, por ter utilizado apenas uma coleta simples do animal que seria clonado, ainda em vida.

    Projetos de “ressurreição” de espécies

    Fundada em 2021, a Colossal ganhou notoriedade por anunciar pesquisas voltadas à chamada “desextinção” — termo usado pela própria empresa para descrever projetos científicos que visam recriar espécies extintas.

    Entre os exemplos já divulgados publicamente estão iniciativas envolvendo o mamute-lanoso, o dodô e o lobo-terrível (dire wolf), este último alvo de contestação de grupos conservacionistas que questionam se os filhotes produzidos correspondem de fato à espécie extinta.

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    Domine o fato. Confie na fonte.

    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

    OFERTA RELÂMPAGO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    OFERTA RELÂMPAGO

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.