Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 7,99
Imagem Blog

Em Cartaz

Por Raquel Carneiro Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Do cinema ao streaming, um blog com estreias, notícias e dicas de filmes que valem o ingresso – e alertas sobre os que não valem nem uma pipoca

Alejandro G. Iñárritu a VEJA: “Sucesso é algo subjetivo”

O diretor de 59 anos fala sobre o filme 'Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades'

Por Raquel Carneiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 nov 2022, 06h00 • Atualizado em 4 jun 2024, 11h17
  • Bardo é seu filme mais pessoal. Por que fazê-lo agora? Cheguei a uma idade em que me deu vontade de limpar o armário e colocar a casa em ordem.

    Como foi reviver a dor de perder um filho? Foi um processo de cura, no qual olhei tudo por uma luz nova. Como disse Leonard Cohen (na canção Anthem), é através das rachaduras que a luz pode entrar. Assim, pude iluminar e ressignificar o que me causava dor.

    Bardo tem um clima de sonho, que remete ao cinema do italiano Federico Fellini. Ele foi uma inspiração? Fellini é sempre uma inspiração. Assim como Luis Buñuel e Jean-Luc Godard, e a literatura latina, como Octavio Paz e Jorge Luis Borges. Mas a maior inspiração veio da cultura mexicana. No México, o político, o social, o privado, o religioso, a vida e a morte são uma coisa só em constante interação.

    Como se sente com as críticas negativas? Fui elogiado por filmes como Babel (2006), sobre imigrantes pobres. Já a imigração de pessoas privilegiadas é um tema raro. Pode ser difícil para algumas pessoas assimilar as razões que levam alguém com posses a deixar o próprio país.

    Como foi gravar no México após dois filmes nos Estados Unidos? Me senti numa realidade paralela. Foi como reencontrar um velho amigo, tive de me readaptar.

    Continua após a publicidade

    Como Silvério, o senhor também sofre com a síndrome do impostor? Todos temos essa voz que questiona nossa capacidade. No filme, ela revela a ilusão do sucesso. O sucesso é algo subjetivo, que tem mais valor para quem está de fora. Quem o experimenta nota que o valor da vida vai muito além dos aplausos.

    Publicado em VEJA de 23 de novembro de 2022, edição nº 2816

    Publicidade
    TAGS:

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    OFERTA RELÂMPAGO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    RESOLUÇÕES ANO NOVO

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.