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Filme biográfico levará história de Sinéad O’Connor aos cinemas

Cantora irlandesa morreu em 2023, aos 56 anos, e marcou a história da música com seu rock alternativo e posicionamentos contundentes

Por Thiago Gelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 14 ago 2025, 12h25 - Publicado em 14 ago 2025, 12h24

Uma das vozes mais emblemáticas dos anos 1990, Sinéad O’Connor levou uma vida de altos e baixos e morreu em julho de 2023, aos 56 anos, devido à Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. Três anos depois, Hollywood está pronta para contar sua história em uma cinebiografia, seguindo o molde já atribuído a artistas como Freddie Mercury, Elton John, Bob Dylan, Amy Winehouse, Whitney Houston e Bruce Springsteen nos últimos anos. Segundo a Variety, o projeto é encabeçado pela produtora See-Saw Films e por duas produtoras irlandesas: a Ie Entertainment — também responsável pelo documentário Nothing Compares (2022) — e a Nine Daughters.

A direção do filme está a cargo de Josephine Decker, de A Madeline de Madeline (2018) e Shirley (2020), biografia da escritora Shirley Jackson. Já o roteiro será escrito por Stacey Gregg, irlandesa com experiência na televisão. Mais detalhes sobre qual será o recorte retratado e quem interpretará a artista ainda não foram divulgados.

Nascida em Dublin, em 8 de dezembro de 1966, Sinéad sempre foi uma mulher de opiniões contundentes e fortes. Militou em assuntos como abuso sexual e direitos das mulheres. Em 1992, em uma de suas atitudes mais controversas, a irlandesa rasgou uma foto do papa João Paulo II durante o programa americano Saturday Night Live, em protesto contra padres católicos acusados de abuso infantil. O caso revoltou religiosos, que passaram a boicotar a artista. Ela obteve fama mundial ao lançar seu primeiro disco, Lion and the Cobra, em 1987. O grande hit, porém, veio apenas três anos mais tarde, no álbum I Do Not Want What I Haven’t Got. A canção Nothing Compares 2 U, que foi composta pelo americano Prince, liderou o Billboard Hot 100 durante quatro semanas, entre abril e maio de 1990, até ser destronada por Vogue, de Madonna. Entre outros sucessos de sua carreira estão All Apologies e Mandinka.

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