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Harmonização dos glúteos: prós e contras dos procedimentos em alta

É possível melhorar desde as irregularidades na pele até o formato e o volume, mas é importante checar credenciais do profissional e calibrar expectativas

Por Carlos Manfrim*
14 fev 2025, 17h00 •
  • Mesmo com bons hábitos de vida, muitas pessoas não conseguem alcançar o volume e o formato que consideram adequado para o bumbum. Por esse motivo, os procedimentos para essa região vêm ganhando destaque. O principal deles é a harmonização glútea, que compreende todos os recursos utilizados para melhorar principalmente a forma, mas também o volume do glúteo.

    É possível aperfeiçoar desde as irregularidades, como a celulite, até o formato e questões anatômicas, como a concavidade lateral, chamada de hip-dip. Outro desejo é o de elevar o glúteo. Tudo isso entra como indicação para a harmonização glútea.

    Existem muitos recursos utilizados para essa finalidade. O mais polêmico é o polimetilmetacrilato, o famoso PMMA, uma estrutura plástica com milhões de microimplantes. Quando aplicados na região do glúteo, ele confere turgor, aumenta o volume e melhora o formato. Mas esse é um preenchedor definitivo e halógeno, ou seja, um material que não é do próprio corpo da paciente.

    Ao longo do tempo, a substância pode provocar uma reação do sistema imune, inflamando a região. A ressecção cirúrgica é, então, necessária, gerando gerando cicatrizes e prejuízos estéticos. Essas cirurgias têm caráter reparador e reconstrutor, visando melhorar a saúde física da paciente, porque não há um antídoto, a não ser uma operação.

    Em contrapartida, existem recursos mais seguros, como bioestimuladores e preenchedores biocompatíveis. O ácido hialurônico dá volume e também melhora o formato do glúteo; já a hidroxiapatita de cálcio e o ácido poli-L-lático ajudam em casos de flacidez leve e celulite, conferindo turgor à pele, apesar do menor volume.

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    A combinação desses recursos é uma estratégia para melhorar os glúteos. A vantagem está no fato de as substâncias serem absorvíveis e biocompatíveis (com duração de um ano em média) e possuírem antídotos, caso haja algum problema. A parte negativa delas é que elas não volumizam tanto.

    Na cirurgia plástica, um dos destaques é a lipoenxertia, que usa a gordura do próprio paciente para realçar o formato do bumbum. Com a gordura do paciente, a taxa de rejeição é reduzida, porque o tecido é autólogo.

    No entanto, a parte negativa é que a gordura pode ser reabsorvida – as taxas de reabsorção giram em torno de 30%. E, também, é importante lembrar que a gordura funciona exatamente como… gordura. Ou seja, o volume aumenta se a paciente engordar; e diminui se ela emagrecer.

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    Para dar mais previsibilidade de resultado, existe a técnica mundialmente reconhecida KA Method. Nela, há uma sequência de aplicação de gordura no glúteo em determinadas porções e quantidades para resultados consistentes. Com a gordura, os resultados são excelentes e naturais, com uma vantagem adicional: a paciente ganha uma lipoaspiração, porque é necessário captar essa gordura de algum lugar (e selecionamos a área onde o paciente tem maior acúmulo).

    É importante frisar que, em relação aos tratamentos a serem escolhidos, é fundamental sempre procurar bons profissionais especializados.

    E, por fim, devemos lembrar que os tratamentos estéticos e os hábitos de vida saudáveis ajudam na intensificação e manutenção do resultado.

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    Existem basicamente três músculos no glúteo (o máximo, o médio e o mínimo) e o substrato muscular é importante para melhorar o formato do glúteo. Além disso, os hábitos equilibrados e ativos ajudam a evitar a formação de celulite – num fenômeno que mostra a saúde de dentro para fora do corpo.

    * Carlos Manfrim é cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da Associação Brasileira de Cirurgia Plástica (BAPS)

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