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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Nikolas será relator de projeto que classifica PCC e CV como terroristas

Cartéis mexicanos e traficantes da Venezuela foram classificados como narcoterroristas por Donald Trump, o que Lula se recusou a fazer com facções do Brasil

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 23 set 2025, 16h01 •
  • O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) será o relator da proposta que enquadra as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e  Comando Vermelho (CV) e milícias como terroristas. “Vamos ver quem é a favor da bandidagem”, publicou o parlamentar em suas redes sociais, o que é um indicativo de que o parecer será favorável ao projeto.

    De autoria do deputado Danilo Forte (União-CE), a proposta foi apresentada na Câmara dos Deputados em março deste ano depois de o governo de Luiz Inácio Lula da Silva se recusar a enquadrar organizações criminosas como terroristas, ao contrário do governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, que começou a chamar facçõesdo México e Venezuela envolvidas com tráfico de entorpecentes de “narcoterroristas”.

    Recentemente, o governo americano ampliou a presença militar no Caribe, o que abriu tensão com a ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela, a quem o presidente americano acusa de envolvimento com o tráfico. Barcos com drogas foram alvo de ataques militares dos Estados Unidos nas últimas semanas. De acordo com a Casa Branca, os criminosos mortos eram da facção Tren de Aragua, que também já tem tentáculos no Brasil, como mostrou reportagem de VEJA.

    A proposta de Danilo Forte altera a Lei Antiterrorismo “para ampliar as motivações do crime de terrorismo, especificar infraestruturas críticas e serviços de utilidade pública, estender a aplicação da lei a organizações criminosas e a milícias privadas que realizem atos de terrorismo, além de estabelecer majorante para ato de terror cometido por meio de recurso cibernético”.

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    Para o deputado Forte, a atuação de grupos criminosos como PCC e CV não são crimes comuns, o que configura violação não apenas da ordem pública, mas também uma grave ameaça à segurança nacional. “Em outras palavras, a necessidade de estender a aplicação da Lei Antiterrorismo a organizações criminosas e a milícias privadas que praticam atos de terrorismo decorre da constatação de que esses grupos têm utilizado o terror como instrumento para atingir seus objetivos, seja para retaliar políticas públicas, ou para demonstrar domínio, controle social ou poder paralelo ao Estado em qualquer espaço territorial”, disse o deputado na justificativa.

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