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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho e Isabella Alonso Panho. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Quem é Álvaro Damião, novo prefeito de Belo Horizonte após a morte de Fuad

Vice-prefeito do União Brasil estava à frente do Executivo municipal desde a internação do titular, em janeiro

Por Valmar Hupsel Filho Atualizado em 26 mar 2025, 16h43 - Publicado em 26 mar 2025, 12h29

À frente da prefeitura de Belo Horizonte de forma interina desde o início de janeiro, Álvaro Damião (União Brasil) assumirá o cargo de forma definitiva com a morte do prefeito Fuad Noman (PSD) nesta quarta-feira, 26. Ex-vereador da capital mineira, Damião é radialista de formação e é a primeira vez que exerce uma função à frente do Executivo.

Filho de uma faxineira e de um policial militar, que morreu antes do seu nascimento, Damião tem 54 anos de idade. É formado em jornalismo e trabalhou por 30 anos como repórter esportivo, período em que cobriu cinco Copas do Mundo, duas Olimpíadas, três Pan-Americanos e três Copas América pela Rádio Itatiaia. Também apresentava programas de esportes na TV Alterosa, afiliada ao SBT.

Damião entrou na vida pública por meio do futebol amador, após trabalhar em uma campanha vitoriosa do Inconfidência, campeão da Copa Itatiaia, principal torneio “de várzea” da capital mineira. O primeiro partido foi o PSB, legenda pelo qual se candidatou pela primeira vez a vaga de vereador, em 2012, mas ficou na suplência. Em 2016, ainda pelo PSB, com 10.869 votos, foi eleito para a Câmara Municipal pela primeira vez.

Foi reeleito em 2020, já filiado ao DEM, que depois se fundiria ao PSL para formar o União Brasil. Ele também foi candidato a deputado federal em 2018 e 2022, mas ficou como suplente nas duas tentativas. Em 2024, Damião foi escolhido como vice de Fuad Noman em uma negociação para acomodar o União Brasil na candidatura do PSD. Pelo passado na Câmara Municipal, foi alçado à posição de secretário de Governo, responsável pela articulação com os vereadores.

De saída, porém, teve uma derrota na eleição da Mesa Diretora e perdeu a secretaria — Damião insistiu em tentar eleger Bruno Miranda (PDT), antigo líder do governo como presidente da Casa, contrariando uma determinação de Noman de não se envolver na disputa. O vencedor foi Juliano Lopes (Podemos), apadrinhado pelo secretário da Casa Civil do governo Romeu Zema, Marcelo Aro (PP). A derrota foi vista como uma exposição desnecessária para o novo governo municipal e, por isso, Damião cedeu o lugar na secretaria ao seu antecessor, Anselmo Domingos.

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