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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho e Isabella Alonso Panho. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Randolfe critica negativa do Ibama à Petrobras: ‘Palavra final não é esta’

Senador se diz 'confiante' de que a exploração de petróleo na Margem Equatorial será autorizada em março

Por Bruno Caniato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 28 fev 2025, 15h16 - Publicado em 28 fev 2025, 13h30

O líder do governo Lula no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), minimizou a avaliação técnica do Ibama que pode voltar a barrar a licença ambiental para exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas, na Margem Equatorial brasileira, pela Petrobras. Na última quinta-feira 27, especialistas do órgão recomendaram que a autorização seja negada, segundo informações dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo.

“Nada de alarme. A eventual negativa é de especialistas ouvidos, não tem nada formalizado até esse instante, a palavra final não é somente esta”, afirma Randolfe em vídeo publicado em seu perfil no Instagram. O senador acrescenta que “ninguém quer e ninguém irá ofender o meio ambiente” e reforça que a operação de pesquisa petrolífera na costa do Amapá é “um direito de nós, amapaenses”.

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Nos últimos meses, Randolfe vem atuando com outros parlamentares amapaenses — incluindo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil) — para elevar a cobrança sobre o Ibama pela liberação da licença. A defesa da atividade petrolífera foi o estopim para o senador rachar com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, crítica à operação, e deixar a Rede Sustentabilidade para migrar para o PT, engrossando o coro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela autorização para que a Petrobras comece a perfuração na costa.

O parecer técnico contrário à exploração de petróleo tramita sob sigilo no Ministério do Meio Ambiente, e a decisão final sobre autorizar ou não a extração pela Petrobras cabe ao presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, aliado de Marina Silva.

Como mostra reportagem de VEJA, o impasse entre o órgão ambiental e a estatal escalou após pedido de Alcolumbre a Lula para acelerar a licença — no Amapá, o projeto de exploração petrolífero é promovido por uma ampla coalizão de autoridades nacionais e regionais, incluindo o governador do Amapá, Clécio Luís (Solidariedade), e o ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes (PDT), que governou o estado por quatro mandatos, entre 2003 e 2022.  O presidente chegou a criticar o que chamou de “lenga-lenga” do Ibama.

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