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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho e Isabella Alonso Panho. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Uma pessoa morre após incêndio em fábrica de fantasias no RJ

Confecção funcionava sem alvará e em condições de trabalho precárias; escolas de samba perdem produção

Por Redação Atualizado em 16 fev 2025, 14h31 - Publicado em 16 fev 2025, 14h28

O Hospital Estadual Getúlio Vargas confirmou neste domingo, 16, a morte de uma das vítimas do incêndio na fábrica de fantasias Maximus Confecções em Ramos, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Outras seis pessoas seguem internadas, duas em estado grave, desde que o fogo atingiu o galpão na última quarta-feira, 12.

Cerca de trinta funcionários estavam na fábrica quando o incêndio começou, na manhã de quarta-feira. O Corpo de Bombeiros resgatou 21 pessoas, que precisaram ser hospitalizadas em razão de queimaduras e inalação de fumaça, e levou mais de duas horas para controlar as chamas.

Segundo os Bombeiros, o local funcionava sem alvará de segurança contra incêndios, mesmo armazenando uma enorme quantidade de material inflamável para a confecção de fantasias, como tecidos, papéis, espumas e plásticos. A suspeita da Polícia Civil, que investiga o caso, é que o curto-circuito de uma ligação elétrica clandestina — o popular “gato” — tenha dado origem ao fogo.

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Fábrica é investigada por condições precárias de trabalho

Além de operar a fábrica em Ramos sem alvará, a Maximus Confecções encontra-se em situação irregular na Receita Federal e está inapta a funcionar, ao menos, desde outubro de 2023. Segundo a Receita, a empresa foi negativada por omissão de declarações.

Após o incêndio, o Ministério Público do Trabalho (MPT) do Rio de Janeiro abriu uma investigação sobre condições precárias de trabalho no local. Pessoas resgatadas do incidente relataram que a fábrica operava em turnos estendidos e havia funcionários dormindo no local, sob pressão intensa para entregar as fantasias às vésperas do Carnaval — alguns trabalhadores foram acordados pela gritaria e confusão em meio às chamas.

Escolas de samba perdem produção para o desfile

As escolas de samba Império Serrano, Unidos da Ponte, Porto da Pedra e União do Parque Acari estão entre as prejudicadas pelo incêndio na fábrica da Maximus. Boa parte das fantasias e alegorias previstas para os desfiles, que começam já no próximo dia 28, estavam armazenadas no galpão.

Em nota, a Liga RJ, que organiza a Série Ouro do Carnaval do Rio, afirmou que o incidente compromete toda a cadeia produtiva das escolas de samba, e informou que foram convocadas reuniões para discutir o impacto sobre as agremiações. O prefeito Eduardo Paes declarou, após o incêndio, que as escolas afetadas não serão rebaixadas, e as que puderem desfilar participarão da festa como hors concours.

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