Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 7,99
Imagem Blog

O Mundo de Sofia

Por Sofia Cerqueira Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Viajar é abrir portas para novas culturas, experiências e descobertas.

Dez programas imperdíveis para fazer em 48 horas em Bangkok

A capital tailandesa, no Sudeste Asiático, é um destino surpreendente e singular, que mistura tradição e modernidade; veja o vídeo

Por Sofia Cerqueira 30 jan 2026, 17h15 • Atualizado em 4 fev 2026, 10h46
  • Embarcar para a Tailândia, de certa forma, é fazer uma viagem para o futuro. O país, no Sudeste Asiático, adota um fuso horário de dez horas a mais do que no Brasil. E não é só isso. O tailandês já passou por 2026 faz tempo. Oficialmente, ele está em 2569. Ou seja, 543 anos à nossa frente. Isso mesmo! A explicação se deve ao fato de aquela nação não seguir o calendário gregoriano, usado no Ocidente, e sua contagem dos anos ser feita com base na Era Budista. Essas são só algumas curiosidades desse surpreendente e vibrante país, conhecido por ter uma população predominantemente budista (94%) e por oferecer uma combinação singular, com templos majestosos, praias paradisíacas, florestas exuberantes, mercados vibrantes, hotéis de alto padrão e gastronomia pujante.

    A imagem de Buda é recorrente na cidade: a religião local também é predominantemente budista, chegando a 94% da população
    A imagem de Buda é recorrente na cidade: a religião local também é predominantemente budista, chegando a 94% da população (Sofia Cerqueira/VEJA)

    A capital Bangkok, uma metrópole com 14,6 milhões de habitantes, é uma verdadeira síntese dessa mistura única que é o país. Ali, tradição e modernidade caminham lado a lado. Característica que contribuiu para que a cidade se tornasse, de acordo com dados da Euromonitor International (líder mundial de pesquisas de mercado), a mais visitada do mundo em 2025, recebendo cerca de 30,3 milhões de turistas internacionais. Bangkok também foi apontada em uma lista recente do jornal americano The New York Times como um dos lugares que devem ser visitados em 2026. É justamente esse almejado destino que a colunista conheceu este mês, a convite da Nomad – plataforma global aceita em mais de 180 países que oferece conta internacional, cartão de débito, chip e seguro viagem – e pôde atestar o porquê de a cidade ser tão especial.

     

    Atrativos não faltam a “Krung Thep Mahanakhon Amon Rattanakosin Mahinthara Ayuthaya Mahadilok Phop Noppharat Ratchathani Burirom Udomratchaniwet Mahasathan Amon Piman Awatan Sathit Sakkathattiya Witsanukam Prasit”. Com mais de 160 letras, este é o nome oficial da metrópole – atestado pelo Guinness como o mais longo do mundo – comumente abreviado para Krung Thep (“Cidade dos Anjos”) ou simplesmente Bangkok. Entre templos seculares, arranha-céus high-tech, mercados tradicionais de comida de rua e ultramodernos shopping centers, o visitante se depara com uma cidade ímpar. Existe ainda um outro atrativo que costuma estimular e muito turistas mundo afora: uma cotação cambial favorável. A moeda local, o baht tailandês, vale bem menos que o dólar ou o euro, por exemplo. Só para se ter uma ideia, um real equivale a 6,06 THB (sigla da moeda tailandesa). E detalhe: ali não há inflação.

    Culinária exótica e aromática: há uma infinidade de opções nos tradicionais mercados de rua, além de muitos restaurantes indicados pelo Guia Michelin
    Culinária exótica e aromática: há uma infinidade de opções nos tradicionais mercados de rua, além de muitos restaurantes indicados pelo Guia Michelin (Sofia Cerqueira/VEJA)

    Essa conjunção de fatores fez com que a Tailândia e, em especial Bangkok, também caísse no gosto dos brasileiros. Em 2017, 68 000 turistas daqui voaram para lá – devido à distância, há sempre uma escala na Europa ou no Oriente Médio – em busca deste lugar cheio de peculiaridades. No ano passado, esse número saltou para 80 000 brasileiros, volume que se manteve no mesmo patamar em 2025. Vale ressaltar: seu povo, além de extremamente sorridente (como é conhecido), é gentil e acolhedor. E mais: os furtos e assaltos são raríssimos no local, fato que se atribui à cultura budista da população. Por todos os lados, se vê moradores e turistas com celulares em punho sem qualquer risco de ele ser roubado. “A Tailândia deixou de ser vista como um lugar exótico e inacessível. O país oferece muito mais. É um destino único, que pode agregar experiências de altíssimo padrão por um custo baixo”, afirma Jeff Santos, representante da Autoridade de Turismo da Tailândia no Brasil e na América do Sul.

    Continua após a publicidade
    Chinatown: no bairro que mistura a cultura chinesa com a tailandesa como em toda a cidade o trânsito mistura automóveis e tuk tuks
    Chinatown: no bairro que mistura a cultura chinesa com a tailandesa como em toda a cidade o trânsito mistura automóveis e tuk tuks (Sofia Cerqueira/VEJA)

    Para conhecer melhor esta cidade, a coluna contou com o apoio da Autoridade de Turismo da Tailândia (o órgão oficial de turismo do governo tailandês) e das agências Phi Phi Brazuca e Experiência Tailândia, que oferecem guias em português e roteiros padrão e personalizados por todo o país. De mercados flutuantes ao eterno caótico trânsito de Bangkok – apesar da ótima infraestrutura com trens elevados (BTS), metrô (MRT), barcos e tuk tuks (triciclo motorizado) –, Bangkok merece que o viajante dedique pelo menos dois dias para visitá-la. E para garantir um tempo com calor ameno e pouca chuva, a melhor época para viajar é na estação seca, que vai de novembro a meados de março. Mais uma dica: ao chegar à cidade, troque um bom tanto de reais por Baht – a maior parte do comércio de rua e dos templos só aceita pagamento em dinheiro. Detalhes importantes para aproveitar ao máximo esse destino tão surpreendente quanto encantador.

    Veja a seguir um roteiro de 48 horas em Bangkok, com dez atrações imperdíveis:

    Mercado flutuante: visita obrigatória perto de Bangkok, onde moram e trabalham cerca de 3000 pessoas vendendo roupas, flores, alimentos e souvenirs
    Mercado flutuante: visita obrigatória perto de Bangkok, onde moram e trabalham cerca de 3000 pessoas vendendo roupas, flores, alimentos e souvenirs (Sofia Cerqueira/VEJA)

    1.CONHECER OS MERCADOS FLUTUANTE E DO TREM Reserve uma manhã para conhecer o Mercado Flutuante Damnooen Saduk e o Mercado de Trem Maeklong, é uma experiência imperdível. Normalmente os passeios vão das 6h30 às 13h30, já que estas atrações ficam um pouco afastadas do centro de Bangkok (cerca de 1h30 a 2h de carro). No mercado flutuante, o turista embarca em uma canoa e percorre os canais onde, só na sua parte central, vivem e trabalham cerca de 3 000 pessoas. Ali vende-se de tudo: artesanato, frutas, refeições completas, sobremesas, flores e roupas. Não deixe de experimentar o I-Tim Kati, um sorvete de coco, tradicionalmente servido em uma casca de coco, acompanhado de arroz glutinoso doce, um pouquinho de amendoim e, às vezes, leite condensado ou calda de palma. Em geral, o mesmo passeio oferece uma visita ao Mercado de Trem, onde os feirantes oferecem seus produtos ao longo de uma linha ferroviária ativa, montando e desmontando as barracas à medida que o trem se aproxima. Uma vivência única.

    Alternativa ao trânsito caótico de Bangkok: os tuk tuks também são usados para tours noturnos por pontos turísticos da cidade
    Alternativa ao trânsito caótico de Bangkok: os tuk tuks também são usados para tours noturnos por pontos turísticos da cidade (Sofia Cerqueira/VEJA)
    Continua após a publicidade

    2.FAZER UM PASSEIO NOTURNO DE TUK TUK Para quem deseja ter uma experiência completa em Bangkok e conhecer in loco o “frenesi” de seu trânsito, não deixe de fazer o passeio noturno de tuk tuk. O programa, que costuma durar cerca de quatro horas, das 18h às 22h, apresenta ao visitante a agitada vida noturna da metrópole. Os turistas são convidados a percorrer seus principais pontos turísticos, como ver alguns templos iluminados, e normalmente inclui um jantar em algum restaurante indicado pelo Guia Michelin e uma visita a um rooftop badalado na cidade. Em geral, em cada tuk tuk vão apenas duas pessoas, o que garante conforto e privacidade. Também é possível pegar um motorista de tuk tuk, fora dos passeios pré-programados, e traçar o seu próprio roteiro pela noite de Bangkok.

    Cardápio exótico: em Chinatown os visitantes têm a chance de experimentar
    Cardápio exótico: em Chinatown os visitantes têm a chance de experimentar “iguarias” como grilos, gafanhotos, larvas de bambu e espetinhos de escorpião (Sofia Cerqueira/VEJA)

    3.CAMINHAR POR CHINATOWN Conhecida localmente como Yaowarat, é um dos maiores e mais vibrantes bairros chineses do mundo. A área é um epicentro cultural e gastronômico que mistura as culturas tailandesa e chinesa, tornando-se um destino inigualável. É a partir do cair da noite, quando a Yaowarat Road e suas transversais são tomadas por letreiros de neon acesos e um agitado mercado de rua, que a atração deve ser visitada. É comum ver longas filas em barracas premiadas, o que garante o frescor e o sabor autêntico dos produtos. O visitante pode provar desde um simples suco de frutas – aliás, são docíssimos, naturalmente – ao famoso Pad Thai (prato de macarrão de arroz frito, conhecido pelo equilíbrio de sabores doce, salgado e ácido) ou então se aventurar por iguarias mais exóticas. É ali que os turistas se deparam com diversas barraquinhas vendendo grilos, gafanhotos, larvas de bambu “torradinhas”, além de espetinhos de escorpião.

    Khao San Road: a rua mais movimentada e famosa da Bangkok, que atrai milhares de turistas, mistura bares, boates e barraquinhas de comida de rua
    Khao San Road: a rua mais movimentada e famosa da Bangkok, que atrai milhares de turistas, mistura bares, boates e barraquinhas de comida de rua (Sofia Cerqueira/VEJA)

    4.ATRAVESSAR A KHAO SAN ROAD Com atrações funcionando 24 horas por dia, a Khao San Road é a rua mais movimentada, caótica e famosa de Bangkok. É daqueles lugares que devem estar no roteiro de qualquer viajante. Durante o dia, ela é relativamente calma, ideal para compras de souvenirs, para fazer uma massagem ou experimentar um de seus cafés. À noite, o local se transforma em quase uma “balada a céu aberto”, com música alta, oferta de dezenas de bares e boates e inúmeras barraquinhas com comidas exóticas – há até algumas vendendo carne de cobra e de jacaré, por exemplo. Ali, como em muitos pontos da cidade, também se vê várias lojas e barracas comercializando a cannabis legalmente (embora o governo esteja ameaçando rever esta medida). A rua também é conhecida como o “paraíso dos mochileiros”, por oferecer várias opções de hostels mais em conta e pela fusão entre cultura tailandesa e viajantes do mundo todo.

    Continua após a publicidade
    Sky Bar Sirocco: o rooftot onde foram gravadas algumas cenas do filme
    Sky Bar Sirocco: o rooftot onde foram gravadas algumas cenas do filme “Se Beber Não Case 2” é um dos mais badalados da cidade (Sofia Cerqueira/VEJA)

    5.CURTIR A CIDADE DE UM ROOFTOP Terminar a noite em um rooftop, de onde se tem uma visão privilegiada da cidade e de seu skyline, é uma boa pedida em Bangkok. Um dos mais famoso e que vale muito a visita é o Sky Bar Sirocco, que fica no 64º andar do Lebua State Tower (o terceiro prédio mais alto da Tailândia), e que ganhou fama por aparecer em uma das cenas do filme Se Beber, Não Case! Parte II. É comum ver vários turistas reproduzindo uma cena do filme, onde três amigos aparecem desolados, sentados na escada do local, com a cidade iluminada ao fundo. Detalhe: para ter acesso ao local é preciso consumir ao menos um drink, que custam a partir de 1 300 baht (cerca de 213 reais). Outro local badalado na cidade é o Tichuca Rooftop Bar, que funciona no alto do prédio T-One. É um misto de bar e boate, com uma icônica árvore de LED e uma decoração tropical, com uma vista de 360 graus da cidade.

    Wat Pho: o templo abriga uma imagem de buda, com 46 metros de comprimento, considerada a mais bonita da Tailândia
    Wat Pho: o templo abriga uma imagem de Buda, com 46 metros de comprimento, considerada a mais bonita da Tailândia (Sofia Cerqueira/VEJA)

    6.VISITAR O TEMPLO WAT PHO Parada obrigatória para os turistas, o templo de Wat Pho abriga um gigantesco Buda Reclinado, com 46 metros de comprimento e 15 metros de altura, coberto por folhas de ouro. É considerada a imagem mais bonita da Tailândia. A estátua representa o momento em que Buda atinge o Nirvana. Preste atenção nas solas dos pés da imagem, nas quais estão incrustados desenhos em madrepérolas, retratando 108 símbolos auspiciosos do budismo. Além da estátua, o Wat Pho funciona como um centro de ensino de massagem tailandesa tradicional e abriga a primeira escola de massoterapia do país. O local ainda possui a maior coleção de imagens de Buda na Tailândia e diversos chedis (estupas) decorados com cerâmica colorida. Para visitar o templo, as mulheres precisam cobrir os ombros e joelhos e todos devem tirar os sapatos para entrar no pavilhão do Buda.

    Templo Wat Suthat ou Monte Dourado: no alto de uma colina de 80 metros de altura é um dos mais antigos de Bangkok
    Templo Wat Suthat ou Monte Dourado: no alto de uma colina de 80 metros de altura, é um dos mais antigos de Bangkok (Sofia Cerqueira/VEJA)
    Continua após a publicidade

    7.PASSEAR PELO TEMPLO WAT SUTHAT Também conhecido como o Monte Dourado, é um dos templos budistas mais icônicos e antigos de Bangkok. Localizado no distrito de Pom Prap Sattru Phai, chama a atenção por sua impressionante estrutura situada no topo de uma colina artificial, a cerca de 80 metros (altura equivalente a cerca de 25 andares) – que no passado foi a construção mais alta da cidade. No topo do monte, o visitante encontra um enorme chedi (estupa) dourado que brilha intensamente sob o sol e abriga relíquias sagradas de Buda, trazidas da Índia e do Sri Lanka. Até chegar no alto do templo, os turistas sobem uma escadaria de aproximadamente 344 degraus em ziguezague, cercada por vegetação e sinos que podem ser tocados. O templo remonta ao período de Ayutthaya (século XIV-XVIII), tendo sido restaurado no final do século XVIII pelo Rei Rama I.

    Poomjai Garden: o restaurante, que serve a comida típica tailandesa, é um oásis no coração de Bangkok
    Poomjai Garden: o restaurante, que serve a comida típica tailandesa, é um oásis no coração de Bangkok (Sofia Cerqueira/VEJA)

    8.ALMOÇAR EM UM LUGAR DIFERENTE Para quem deseja fugir do caos urbano de Bangkok e vivenciar uma Tailândia mais rural e tradicional, sem sair da cidade, o Poomjai Garden é a dica ideal. É possível chegar ao local de carro ou de barco. O endereço é uma espécie de oásis no coração da metrópole, onde funcionam um café e um restaurante que serve a tradicional comida tailandesa. Entre os pratos, entre opções de carne vermelha, de porco, frango e frutos do mar, peça uma refrescante bilimbi para acompanhar – também conhecida como Talingpling, a bebida é um suco exótico feito a partir do fruto da árvore Averrhoa bilimbi. Para fechar, peça depois o Khao Niao Mamuang ou Mango Sticky Rice, a sobremesa mais famosa da Tailândia – consiste em arroz glutinoso cozido no leite de coco adocicado, servido com fatias de manga e regado com mais leite de coco cremoso por cima. Detalhe: situado em uma plantação de lichia centenária, o restaurante preserva a atmosfera das antigas casas à beira do canal de Thonburi e é bastante instagramável.

    MBK Center: shopping de oito andares é conhecido pela profusão de eletrônicos, roupas, souvenirs e
    MBK Center: shopping de oito andares é conhecido pela profusão de eletrônicos, roupas, souvenirs e “cópias” de produtos de grife (Sofia Cerqueira/VEJA)

    9.FAZER UMAS COMPRINHAS NO MBK CENTER Inaugurado em 1985, o icônico e gigantesco shopping tailandês, com 8 andares, virou parada quase obrigatória dos turistas que visitam a cidade. O local, famoso por seus preços acessíveis e mais de 2 000 lojas, é um paraíso de eletrônicos, roupas, souvenirs e réplicas – embora seja questionável, há diversas lojas que vendem cópias de bolsas de grife. É comum o visitante ser convidado a ir a uma sala especial, nos fundos das lojas, onde ficam os produtos chamados de “premium”, mais caros e mais trabalhados. Mesmo que a ideia não seja comprar, vale a experiência de andar pelo MBK Center (Mahboonkrong) e conhecer um “autêntico” comércio. Diferentemente da maioria dos shoppings, ali a negociação de preços é esperada. Ou seja, é a experiência de um mercado de rua, mas com ar-condicionado.

    Continua após a publicidade
    Restaurante Vaan Khanitha: pratos tradicionais da culinária tailandesa de alta qualidade e com ingredientes orgânicos
    Restaurante Baan Khanitha: pratos tradicionais da culinária tailandesa de alta qualidade e com ingredientes orgânicos (Sofia Cerqueira/VEJA)

    10.JANTAR NUM RESTAURANTE INDICADO PELO GUIA MICHELIN OU CONHECER A TÍPICA CULINÁRIA TAILANDESA Opções para experimentar a vibrante e aromática culinária tailandesa, que é famosa por equilibrar diversos sabores (doce, ácido, salgado, picante e, por vezes, amargo), são o que não faltam. Se a ideia é experimentar uma premiada e autêntica “comida de rua”, a sugestão é ir ao restaurante Pad Thai Fai Ta Lu, que durante oito anos seguidos (inclusive 2026) recebeu o selo Bib Gourmand do Guia Michelin – referência à qualidade e ótimo custo-benefício. Outro endereço imperdível para jantar é o sofisticado restaurante Baan Khanitha, que oferece pratos tradicionais de alta qualidade e ingredientes orgânicos, muitos vindos de sua própria fazenda. No vasto cardápio, vale provar, por exemplo, as entradinhas feitas com flor de lótus ou as trouxinhas de carne de porco e camarão. Como prato principal, os deliciosos arroz frito com abacaxi e camarão e o caranguejo com curry chamam a atenção. Outro local que serve a comida típica tailandesa e que vale a visita (com uma estrutura menos sofisticada) é o restaurante com o nome sugestivo de Cabbages & Condoms (Repolhos e preservativos). Os clientes têm a opção de sentar em uma área interna ou num pátio repleto de árvores e adornado com centenas de luzinhas. Os dois locais incluem preservativos estilizados na decoração. O local propõe discutir assuntos como sexo, planejamento familiar e HIV/Aids e parte de sua renda vai para projetos sociais.

    *A colunista viajou a convite da Nomad, uma plataforma conhecida por tornar os serviços financeiros globais mais democráticos e acessíveis. O cartão Nomad é aceito em mais de 180 países para compras virtuais e presenciais e permite saques em caixas eletrônicos (ATMs). Além do cartão de débito, a fintech oferece opções de conta internacional (sem taxa de abertura nem taxa mensal de manutenção), chip e seguro viagem. Possui mais de 3,5 milhões de clientes ativos.

    *Experiência Tailândia: com dez anos no mercado, a agência oferece tours, consultoria de viagens e pacotes (inclui voos, hotéis e passeios) pela Tailândia e Ásia em geral. Referência para turistas brasileiros, tem vários guias em português. Site: https://experienciatailandia.com/ e Instagram @experienciatailandia

    *Phi Phi Brazuca: a agência é conhecida por receber muitos brasileiros e portugueses que visitam a Tailândia. Além de uma grande gama de passeios com guias em português, oferece serviços como reserva dos translados entre as ilhas, fotografia e cerimônias de casamento, entre outros. Site: https://phiphibrazuca.com/ e Instagram @phiphibrazuca

    Com o olhar cultivado em redações por mais de 30 anos, convido você a viajar pelo mundo, por aqui. Nesse amplo e diversificado roteiro, cabem um destino encantador, uma suíte especial, uma experiência única, uma curiosidade do setor e tudo mais que possa instigar quem está de malas prontas ou sonha em pôr o pé na estrada. Siga também o perfil no Instagram @omundodesofia_cerqueira

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    Domine o fato. Confie na fonte.

    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

    OFERTA RELÂMPAGO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    OFERTA RELÂMPAGO

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.