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O Som e a Fúria

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As duas notas musicais que mataram espectadores de susto no cinema

Filme clássico voltará às telas em comemoração ao cinquentenário de seu lançamento

Por Sergio Ruiz Luz Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 8 mar 2025, 11h59 - Publicado em 8 mar 2025, 11h46

Você encomenda a trilha sonora do seu filme para um mestre do gênero e, na hora da apresentação daquilo que deveria ter sido criado sob medida para o longa, ele martela ao piano uma composição simplória, com apenas duas notas musicais de alternando, em ritmo frenético. A reação imediata só podia ser uma: é alguma uma piada? Essa cena ocorreu de fato, tendo como personagens John Williams e Steven Spielberg.

O cineasta estava em meio às problemáticas filmagens de Tubarão (os três robôs utilizados nas filmagens deram inúmeros problemas) e, num primeiro momento, não entendeu que a simplicidade da composição era capaz de transmitir às plateias a sensação de medo com a aproximação do predador. Depois de topar incluir a composição no filme, Spielberg descobriu que ela se mostraria fundamental no processo de edição do longa. Como sobravam muitas imagens mostrando apenas o oceano, a obra de John Williams fazia o papel de criar o suspense necessário até a aparição do bicho.

Como se sabe, milhões de espectadores fizeram fila para tomar susto nos cinemas após o lançamento do filme, em 1975.  Em poucas semanas, Spielberg recuperou o investimento feito na produção, de 7 milhões de dólares. No Oscar, a produção levou as estatuetas de som, edição e melhor trilha sonora original.  Até hoje, ela é considerada uma das maiores obras do gênero em todos os tempos.

Uma série de eventos está programada para celebrar em 2025 os cinquenta anos de Tubarão, incluindo o relançamento do filme, previsto para ocorrer no próximo mês, com uma exibição especial no TCM Classic Film Festival, seguida por uma reapresentação nacional nos Estados Unidos entre 29 de agosto e 4 de setembro, organizada pela Universal. Tomara que a programação se estenda ao Brasil.

Velhos fãs vão poder matar as saudades do longa e as novas gerações poderão conferir um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. A despeito de ter sido feito numa época em que não existiam efeitos digitais e que o temível tubarão era um tosco robô se arrastando pelo mar, os sustos estão garantidos, com ajuda a brilhante sacada de John Williams: tan, tan, tan, tan…

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