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O Som e a Fúria

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Nova teoria diz que famoso roqueiro morto estaria vivo — e não é o Elvis

Documentário recém-lançado exibe até "provas" para sustentar a história

Por Sergio Ruiz Luz Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 19 mar 2025, 12h25

Uma das mais deliciosas teorias conspiratórias do rock é sobre a farsa da morte de Elvis Presley. Sim, ele não morreu — e, de tempos em tempos, há registros de aparições do cantor em diversos cantos do mundo. Os mais fanáticos juram até que teriam recebido ligações do cantor. Se ele não bateu as botas em 1977, aos 42 anos, qual seria o motivo da armação? Uma das explicações é que, cansado da fama, Elvis resolveu forjar a própria morte para poder viver em paz e no anonimato. Outra tese bastante popular entre os lunáticos é a de que o artista passou a trabalhar como agente secreto da DEA, a agência federal americana de combate ao consumo e ao tráfico de drogas.

Para quem acha que toda a criatividade em torno da criação das teorias conspiratórias se esgotou com o capítulo Elvis, surge agora um forte concorrente: Jim Morrison, o mítico líder do The Doors. Em 3 de julho de 1971, aos 27 anos, ele foi encontrado morto na banheira de um apartamento em Paris, na França. O caso alimentou comentários a respeito de uma espécie de maldição no rock a respeito da letra “J”. Além de Jim Morrison, tiveram mortes trágicas Brian Jones, Janis Joplin e Jimi Hendrix. Confira aqui um vídeo com a performance de Morrison em um show na Inglaterra:

Eis que um novo documentário tenta agora tenta tirar Jim Morrison da lista macabra de roqueiros com letra “J” no nome que abusaram das drogas e partiram desta para melhor muito cedo. Batizada de Before the End, a produção disponível em plataformas de streaming sustenta que o cantor do The Doors segue firme e forte por aí, vivendo em Nova York. A exemplo de Elvis, ele teria forjado a própria morte para poder viver em paz, sem a perseguição da imprensa e dos fãs. A principal prova para sustentar essa maluquice é a foto de um senhor grisalho e barbado, que seria o flagrante de Morrison hoje, vivinho da silva, aos 81 anos.

O enredo é ótimo, vale reconhecer, mas a realidade pode ser conferida no cemitério Père-Lachaise, em Paris, local onde se encontra o túmulo do cantor e que virou há tempos ponto de peregrinação de fãs. A causa da morte dele provavelmente foi por overdose, provocada pelo consumo de heroína. Como não foi feita autópsia no corpo, há discussões até hoje sobre o que causou a tragédia. 

Sem Morrison, os músicos do The Doors lançaram dois álbuns, ambos um fiasco de vendas. Caso o cantor reapareça, a banda teria dificuldades para voltar aos palcos. Dos membros originais,  o único sobrevivente é o guitarrista Robby Krieger, que completou 79 anos em janeiro.

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