Oferta Relâmpago: 4 revistas pelo preço de uma!
Imagem Blog

O Som e a Fúria

Por Felipe Branco Cruz Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Pop, rock, jazz, black music ou MPB: tudo o que for notícia no mundo da música está na mira deste blog, para o bem ou para o mal

O dia em que um gigante do rock deu um vexame histórico no palco

Apresentação ocorreu nos Estados Unidos em 1985

Por Sergio Ruiz Luz Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 mar 2025, 10h49

Uma das maiores bandas da história, o Led Zeppelin contabilizou vendas de discos num patamar só comparável às dos Beatles. O grupo inglês de rock pesado encerrou as atividades em 1980, após a morte do baterista John Bonham. A memorável trajetória do quarteto inglês é relembrada no recém-lançado documentário Becoming Led Zeppelin”, que está em cartaz no Brasil. 

Após a tragédia que colocou fim à história do Zeppelin, choveram convites para a volta da banda. O desejado retorno aos palcos ocorreu cinco anos depois, durante o megafestival Live Aid. A enorme expectativa transformou-se em enorme frustração. A apresentação do Zeppelin naquela ocasião no John F. Kennedy Stadium durou apenas 22 minutos — o suficiente para se transformar em um dos maiores vexames de todos os tempos. 

O sinal amarelo já deveria ter sido ligado com a escolha do substituto de Bonham na bateria — quem assumiu as baquetas foi Phil Collins, do Genesis (na ocasião, ele tocou ao lado de outro baterista). Apesar de ser um músico de primeira linha e de estar vivendo o auge de seu sucesso, Collins tinha um estilo bem distante da pegada do rock pesado do Zeppelin. Para piorar a situação, conforme ele conta em sua autobiografia, o substituto do lendário Bonham sequer havia ensaiado com os outros colegas antes de subir ao palco e chegou ao estádio em cima da hora da apresentação.

Grande nome da indústria pop da época, Collins havia sido escalado no mesmo dia para tocar na Inglaterra e nos Estados Unidos. Segundo o guitarrista Jimmy Page, Collins não sabia direito sequer as músicas e a performance dele foi a de alguém batendo sem noção na bateria, enquanto sorria durante a execução de Whole Lotta Love, um dos hits do Zeppelin. Confira aqui o vídeo com a apresentação completa:

Continua após a publicidade

Collins assumiu grande parte da culpa, mas é verdade também que Page e o cantor Robert Plant não ajudaram muito a evitar o vexame histórico. O vocalista mostrou dificuldades para alcançar algumas notas e o guitarrista estava claramente para lá de Bagdá, com um cigarro caindo pela boca. Ocorreram também vários problemas técnicos durante a apresentação e o saldo soou como o de um show de uma banda cover amadora.

O trauma da apresentação foi tão grande que o Zeppelin custou a se reunir de novo em cima de um palco. Isso só iria acontecer em 2007, no Celebration Day, na Inglaterra. Desta vez, a performance esteve à altura da história do grupo. No lugar de Phil Collins, quem estava na bateria era Jason, o filho de John Bonham.

 

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

10 grandes marcas em uma única assinatura digital

Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*
a partir de 9,90/mês*
ECONOMIZE ATÉ 47% OFF

Revista em Casa + Digital Completo

Nas bancas, 1 revista custa R$ 29,90.
Aqui, você leva 4 revistas pelo preço de uma!
a partir de R$ 29,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$118,80, equivalente a R$ 9,90/mês.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.