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Radar Econômico

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Cesta básica recua e traz alívio ao consumidor após pressão inflacionária

Cinco das oito cidades monitoradas tiveram queda no custo médio

Por Pedro Gil Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 27 nov 2025, 09h00 • Atualizado em 27 nov 2025, 09h25
  • Após a pressão inflacionária registrada em setembro, os preços da cesta básica mostraram alívio em outubro na maioria das capitais brasileiras, sinalizando uma trégua temporária para os consumidores. Cinco das oito cidades monitoradas tiveram queda no custo médio, com destaque para Curitiba (-1,73%), Belo Horizonte (-1,12%), Rio de Janeiro (-1,14%), Salvador (-0,92%) e Brasília (-0,57%). São Paulo manteve estabilidade, mas acumula a maior retração no semestre (-5,17%), enquanto Fortaleza apresentou leve alta de 0,11% e Manaus seguiu na contramão, com avanço de 0,30% no mês e expressivo acumulado de 12,20% em seis meses. Esse conjunto de movimentos indica que, embora a maioria das capitais tenha registrado acomodação nos preços, fatores estruturais ainda pressionam mercados específicos. Os dados são da nova edição da Cesta de Consumo Neogrid em parceria com a FGV/IBRE.

    Entre os itens que mais contribuíram para a alta no semestre estão os processados e derivados de grãos, como margarina, óleo de soja, fubá e café, impactados por insumos mais caros, energia e embalagens, além de efeitos climáticos e da valorização do dólar. Por outro lado, produtos essenciais como arroz, ovos, leite e feijão ajudaram a conter a inflação da cesta, registrando quedas expressivas em capitais como São Paulo, Brasília e Salvador. Já na cesta ampliada, que inclui alimentos, higiene e limpeza, o comportamento foi misto: algumas capitais, como Curitiba e Salvador, tiveram recuos, enquanto Manaus e Belo Horizonte registraram aumentos, reforçando a tendência de oscilação moderada, mas persistente, no consumo das famílias.

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