Como PL do streaming conquistou ‘gregos e troianos’
Após longa jornada, projeto se encaminha para aprovação no Congresso até o fim deste ano
Demorou, mas avançou. O Projeto de Lei (PL) do streaming, que institui a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) para serviços de vídeo sob demanda, deve ser aprovado na Câmara em até 30 dias e no Senado até o fim deste ano. O projeto começou a ser gestado em 2015 e passou por muitas mãos, até acabar sob a relatoria do deputado Doutor Luizinho (PP-RJ). A expectativa do setor é que ele decida por taxação entre 3% a 6% às plataformas de streaming, com cerca de 70% desse valor em investimento direto no setor. “Não se trata de um projeto de taxação das plataformas, mas de inserção de conteúdo brasileiro independente”, diz André Sturm, presidente do Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo.
Nas principais plataformas de streaming, o conteúdo nacional não passa de 1,5%. O PL deve estabelecer que esse percentual suba para 4%. “São números que param de pé, com base em uma negociação séria. Muito acima disso é irracionalidade”, completa Sturm.
Rodrigo Janot sobre Gilmar Mendes: “Ia dar um tiro na cara dele”
Em visita à China, Macron pede que Xi ajude a encerrar guerra na Ucrânia
Witkoff tem reunião em Miami com ucranianos após encontro com Putin em Moscou
Santos Cruz e Janot procuram partido para disputar eleições
De ‘Agente Secreto’ a ‘Wicked’: as principais estreias de novembro nos cinemas







