Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
ASSINE VEJA NEGÓCIOS
Imagem Blog

Radar Econômico

Por Pedro Gil Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças

Neon anuncia reposicionamento — e quer provar que negócio ‘para de pé’

Fintech registrou prejuízo de R$ 35 milhões no primeiro semestre de 2025

Por Pedro Gil Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 set 2025, 08h00 • Atualizado em 30 set 2025, 10h55
  • A Neon vai mudar (quase) tudo. A fintech vai abandonar o antigo tom de verde para adotar o azul em seu logo, com foco direcionado aos públicos C+ e B-. O processo de rebranding começou há dois anos. “A antiga marca era difícil de ler e não comunicava que era especial”, diz Wilton Pinheiro, vice-presidente de produtos e diretor de tecnologia da empresa. “Deixamos o logo mais legível e moderno, que conversa com o nosso público de hoje. Somos culturalmente enxutos. Fazemos mais com menos para as pessoas fazerem mais com mais” prossegue.

    A nova campanha do Neon vem junto com seu resultado semestral. A instituição encerrou o primeiro semestre de 2025 com receita de R$ 1,7 bilhão em intermediações financeiras, alta de 38% em relação ao semestre anterior e de 64% frente ao mesmo período de 2024. No período, a empresa registrou prejuízo de 35 milhões de reais — melhora frente aos 265 milhões de reais de prejuízo registrados em 2024. “Neste ano, vamos mostrar que o nosso modelo de negócio para de pé”, diz Pinheiro. “Não devemos fechar o balanço do ano lucrativo, mas vamos registrar lucro em alguns meses consecutivos”.

    A carteira de crédito avançou em 19%, com destaque para três produtos: crédito pessoal (783 milhões de reais), cartão de crédito (5,46 bilhões de reais) e consignado privado (785 milhões de reais). 

    Em julho, a Neon concluiu sua rodada de investimentos Série E, captando cerca de 720 milhões de reais com novos investidores internacionais, entre eles a International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial, e a Deutsche Investitions- und Entwicklungsgesellschaft (DEG), subsidiária do Grupo KfW, principal banco de desenvolvimento da Alemanha. 

    Siga

    Os fatos que mexem no bolso são o destaque da análise do VEJA Mercado:

    Publicidade
    Continua após publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    PRORROGAMOS BLACK FRIDAY

    Digital Completo

    O mercado não espera — e você também não pode!
    Com a Veja Negócios Digital , você tem acesso imediato às tendências, análises, estratégias e bastidores que movem a economia e os grandes negócios.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    PRORROGAMOS BLACK FRIDAY

    Revista em Casa + Digital Completo

    Veja Negócios impressa todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo
    De: R$ 26,90/mês
    A partir de R$ 9,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.