‘Sofisticado’: como o BC atraiu os dólares de uma fintech bilionária
Avaliada em US$ 2 bilhões, Jeeves vê no Brasil oportunidade de crescimento
A Jeeves, fintech de Nova York fundada pelo empreendedor Dileep Thazhmon, está encantada com o Brasil. A empresa, que atua com gestão financeira para empresas em mais de 25 países, quer fazer do país o seu novo motor de crescimento. A explicação é simples: a complexidade do mercado. “Se conseguirmos resolver complexidade financeira aqui — com regulamentações locais, impostos, câmbio e fluxos internacionais — conseguiremos resolver em qualquer lugar”, diz Thazhmon. “É por isso que vemos o Brasil não apenas como um mercado de crescimento, mas como um polo de inovação e desenvolvimento de produtos”.
A fintech já ultrapassou 2 bilhões de dólares em rodadas de investimento, com aportes dos fundos Andreessen Horowitz, Y Combinator, CRV, Tencent, GIC. Apesar da complexidade do mercado, Thazhmon diz que o Brasil “tem um dos reguladores mais visionários e tecnicamente sofisticados do mundo” e que iniciativas como o Pix e o Open Finance mostram que o país não tem medo de inovar”. “A regulação do mercado é complexa, mas isso é vantagem competitiva”, diz. “As mpresas que investem seriamente em compliance, governança e parcerias de longo prazo com reguladores serão aquelas capazes de construir plataformas realmente sustentáveis”, completa.






