Tensão política no Brasil e semana curta nos EUA
O programa mercado é de segunda ã sexta, sempre às 10h
As bolsas americanas abrem a terça-feira de olho em 2 índices, o que mede as vendas no varejo e a confiança do consumidor americano e o PPI (inflação ao produtor nos Estados Unidos). São indicadores importantes para o Fed decidir sobre os juros americanos. O problema, segundo analistas, é que os resultados vão refletir ainda os números de setembro, por conta do shutdown.
E o que acontece lá tem grande relevância aqui. Este ano a B3 operou muito mais de olho no comportamento dos mercados internacionais do que no cenário doméstico, e isso faz toda a diferença. Guerra na Ucrânia, conflito em Gaza, inflação nos Estados Unidos, negociações entre Xi Jinping e Donald Trump. Nada disso tem a assinatura brasileira, mas são questões poderosas que mexem com o humor de quem investe no país. E quando o capital corre risco, o seguro morre de velho. O dinheiro vai para ativos que oferecem mais segurança e de países com economias mais sólidas.
A prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro passou em branco no mercado financeiro, mas a tensão entre Congresso e Planalto não. O presidente do senado, Davi Alcolumbre segue bicudo com Lula, e tem dito aos quatro cantos que não vai facilitar a aprovação de Jorge Messias (AGU) para a vaga de Luís Roberto Barroso no STF. Para piorar o clima político, se é que dá, Hugo Motta anunciou ontem que rompeu relações com o deputado Lindenberg Farias (RJ), líder da bancada do PT na Câmara. E se o governo balança, os agentes do mercado reagem com mau humor.
De Maitê a Bruna: ‘nudes’ que marcaram a história da TV
Ramagem se manifesta pela primeira vez após fuga para os EUA
Aplaudido em evento no Planalto, Arthur Lira incomoda Motta e Alcolumbre
‘Janjapalooza’ vira alvo da oposição para criticar gastos das estatais
Olympique de Marseille x PSG: onde assistir, horário e escalações







