Trégua no risco global embala bolsas lá fora e no Brasil
O programa mercado é de segunda à sexta sempre a partir das 10h
O dia nos mercados começou com um alívio geral nos ativos de risco em todo o mundo, puxado por sinais de descompressão nas principais tensões geopolíticas. Nos EUA e na Europa, ações e commodities com exposição global mostravam alta moderada ao passo que os preços do petróleo recuavam, refletindo menores temores de um choque de oferta no Oriente Médio. No Brasil, o Ibovespa fechou novamente em alta com ganhos em setores cíclicos e exportadores, enquanto o dólar recuou frente a moedas emergentes.
No front internacional, o principal motor de descompressão foi a postura do presidente Donald Trump em relação ao Irã. Depois de semanas de ameaças de ação militar e incentivo interno a protestos, a Casa Branca afirmou que recebeu sinais de que execuções de manifestantes foram suspensas e que os níveis de violência estariam caindo — informação que, ainda sem completa verificação independente, amenizou o risco de uma escalada aberta no Golfo Pérsico.
A situação venezuelana também deu sinais de suavização, com o presidente Trump elogiando a interina Delcy Rodríguez, chamando-a de “fantástica; em paralelo, Rodríguez apresentou à Assembleia Nacional um projeto para reformar as regras do setor de petróleo visando atrair investimentos internacionais. Na mesma linha, a líder da oposição Maria Corina Machado visitou Washington, entregou simbolicamente a Trump seu Nobel da Paz.







