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As previsões do agronegócio para o setor e o governo Lula em 2026

Para a CNA, gestão petista vai sufocar ainda mais o setor com 'criação de novas bases arrecadatórias' para tentar fechar as contas

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 27 dez 2025, 10h01 •
  • Principal entidade do agronegócio brasileiro, a CNA avalia que o ano que se aproxima será “desafiador” para os produtores rurais brasileiros. Motivo? O descalabro fiscal cavado pela atual gestão de Lula no Planalto.

    Com cada vez mais dificuldades para o governo fechar as contas, a entidade acredita que a máquina petista buscará novas formas de cobrar ainda mais dos contribuintes, ampliando a arrecadação para poder continuar gastando em projetos eleitoreiros.

    “A CNA aponta que 2026 será um ano desafiador para a economia brasileira, com destaque para a necessidade de ajuste fiscal. O governo provavelmente deverá buscar equilíbrio das contas públicas por meio de medidas para ampliar a arrecadação e garantir o cumprimento das metas, o que mantem o crescimento econômico em fragilidade”, diz a entidade.

    Para atingir as metas fiscais, diz a entidade, o governo “dependerá de elevação de receitas”, já que ninguém espera que Lula vá cortar gastos na máquina num ano de eleição. “Com aumento da arrecadação e criação de novas bases arrecadatórias para tentar cumprir a meta fiscal”, diz a CNA.

    A entidade também cita as questões climáticas e a inadimplência no setor rural como grandes desafios para o próximo ano.

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    “Em outubro deste ano, o crédito rural com taxas de mercado registrou a sua maior inadimplência desde o início da série histórica, em 2011, alcançando 11,4%. No mesmo período do ano anterior, o valor era de 3,54% e em janeiro de 2023 era de 0,59%”, diz a entidade.

    “As principais causas para esse cenário são os recorrentes problemas climáticos nos últimos anos; a queda nos preços das commodities e alta nos custos de produção; a falta de seguro rural; bancos mais restritivos e juros maiores”, segue a CNA.

    A entidade explica que a recuperação econômica do produtor rural dependerá da capacidade de articular soluções estruturais que reduzam a vulnerabilidade financeira e climática, promovendo previsibilidade, confiança e resiliência para um crescimento sustentável do agro brasileiro.

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