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BNDES aprova R$ 9,9 milhões para acervos de Herzog e Glauber Rocha

‘Apoio do BNDES contribui para fortalecer cultura de respeito à democracia, que esteve em passado recente sob risco no Brasil’, diz Aloizio Mercadante 

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 dez 2025, 12h44 •
  • O BNDES aprovou apoio no valor de 9,9 milhões de reais em recursos não reembolsáveis de seu fundo cultural para o Instituto Vladimir Herzog (IVH) organizar e digitalizar mais de 13.000 itens para acesso ao público e para que a organização Box Cultural restaure três filmes do cineasta Glauber Rocha.

    Do valor total do apoio, 7,9 milhões de reais vão para o IVH organizar, catalogar, digitalizar e promover o acesso e a difusão de itens de três acervos (Acervo Vladimir Herzog, Acervo Institucional do IVH e Acervo Memórias da Ditadura) que reúnem um conjunto de documentos relevantes da história recente do Brasil (a partir de 1955), especialmente do período da ditadura militar (1964-1985).

    Há cinquenta anos, em 25 de outubro de 1975, o jornalista Vladimir Herzog foi assassinado pela ditadura, tornando-se uma personalidade simbólica para o fortalecimento da democracia no Brasil.

    Os itens preservados serão traduzidos para inglês e espanhol e disponibilizados na internet, por meio de uma infraestrutura digital específica, com servidores e arquitetura informacional digital, com banco de dados unificado e sistema de catalogação digital unificado (software gerenciador de arquivos). 

    A Box Cultural terá apoio no valor 2 milhões de reais para restaurar em 4K RGB sequencial 16 bits (padrão que assegura cópias extremamente fiéis aos negativos originais) de três filmes realizados por Glauber Rocha nas décadas de 1960 e 1970, durante o exílio, obras praticamente inéditas para o grande público: o documentário longa metragem “História do Brasil”, de 1974, e os curtas “Amazonas, Amazonas”, de 1966, e “Di Glauber”, de 1977.

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    Uma vez restaurados, os filmes serão exibidos em festivais no Brasil e no exterior, além da exibição na “Mostra BNDES Glauber Rocha”, que ocorrerá na Cinemateca, em São Paulo, reunindo oito títulos do diretor.

    “O apoio do BNDES (contribui) para o fortalecimento de uma cultura de respeito à democracia, que esteve em um passado muito recente sob risco no Brasil, e aos direitos humanos. E com o restauro das obras de Glauber Rocha, o banco ajuda a difundir e a democratizar o acesso do público à cultura e à história do cinema nacional”, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

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