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CNI divulga lista de entidades que irão aos EUA negociar o tarifaço

'Nosso objetivo é sensibilizar o lado americano, levando propostas concretas de interesse mútuo, de forma a acelerar as negociações', diz Ricardo Alban

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 ago 2025, 13h32

Presidente da CNI, Ricardo Alban apresentou, nesta terça, a agenda da missão empresarial que será realizada em Washington nos dias 3 e 4 de setembro.

Numa conversa com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, Alban disse que a iniciativa reunirá associações setoriais, federações estaduais e grandes empresas, com o objetivo de ampliar o diálogo com o governo e o setor produtivo norte-americano.

Alban destacou a importância de uma atuação convergente entre governo e indústria para enfrentar os desafios impostos pela taxação de 50% sobre exportações brasileiras, prevista na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA.

Segundo ele, a estratégia é buscar novas exceções à regra, ampliando o rol de produtos com tarifas reduzidas. Para tanto, a CNI propõe estratégia que contemple resposta e acompanhamento da investigação 301; e engajamento nos EUA com públicos de interesse, com intuito de criar canais de diálogo entre os dois governos.

“Nosso objetivo é sensibilizar o lado americano, levando propostas concretas de interesse mútuo, de forma a acelerar as negociações e incluir setores relevantes, mesmo aqueles com menor peso financeiros, mas grande representatividade industrial”, diz Alban.

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A comitiva será composta por dirigentes de associações de diversos setores — brinquedos (Abrinq), máquinas e equipamentos (Abimaq), têxtil (Abit), alumínio (Abal), carnes (Abiec), madeira (Abimci), café (Cecafé), ferramentas (ABFA), cerâmica (Anfacer), rochas (CentroRochas), couros (CICB), entre outros —, além das federações estaduais da Indústria de Goiás (Fieg) e de Santa Catarina (Fiesc). Empresas como Tupy, Embraer, Stefanini, Novelis e Siemens Energy também já confirmaram presença.

A programação inclui encontros com escritórios de advocacia e lobby, reuniões na Embaixada do Brasil em Washington, diálogos com lideranças da US Chamber of Commerce e com autoridades do governo americano. Está prevista ainda uma plenária com empresários dos dois países e participação em audiência pública do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), no âmbito da investigação da Seção 301.

Segundo Alban, além da defesa comercial, o setor industrial levará propostas alinhadas a interesses dos EUA, como parcerias para produção de combustível sintético de aviação (SAF) e etanol, instalação de data centers no Brasil e exploração de minerais de terras raras. “Queremos mostrar que há espaço para uma negociação séria, técnica e comercial, que traga ganhos para ambos os lados”, afirmou.

A defesa do Brasil será conduzida em Washington pelo embaixador Roberto Azevêdo, em articulação com escritórios especializados em lobby e com o apoio da embaixada.

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