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Jirau e Santo Antônio querem parcelar acerto de contas do setor elétrico

Após meses de intensa negociação, o governo conseguiu chegar a um acordo com as geradoras para aliviá-las das perdas bilionárias por terem produzido menos energia que o previsto nos contratos. Boa parte das hidrelétricas aceitou desistir de ações judiciais que as protegem desses gastos e travam o mercado de curto prazo, onde acontece o acerto […]

Por Redação 14 jan 2016, 07h08 • Atualizado em 30 jul 2020, 23h43
  • Santo Antônio: "Exaurimento econômico-financeiro"

    Santo Antônio: “Exaurimento econômico-financeiro”

    Após meses de intensa negociação, o governo conseguiu chegar a um acordo com as geradoras para aliviá-las das perdas bilionárias por terem produzido menos energia que o previsto nos contratos.

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    Boa parte das hidrelétricas aceitou desistir de ações judiciais que as protegem desses gastos e travam o mercado de curto prazo, onde acontece o acerto de contas do setor elétrico.

    Mas a novela toda está longe de chegar ao fim. Duas das maiores usinas do país querem parcelar custos que terão que ser arcados ao abrir mão dos processos.

    À Aneel, Jirau alega que, se aderir à proposta do governo, ficará devendo 375 milhões de reais à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), responsável pelo acerto de contas.

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    Propõe condições “camaradas”: carência de dois anos para o início de pagamento e parcelas mensais, ao longo de cinco anos, com juros de 5% ao ano e correção pelo IPCA.

    Santo Antônio é menos específica e diz que precisa de parcelamento, pois ficaria devendo 500 milhões de reais, num momento de “completo exaurimento econômico-financeiro do empreendimento”.

    O regulador abriu processo para avaliar a proposta.

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