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Na CPI, Ronaldinho diz que nunca foi intimado à Comissão

Ex-jogador disse que sua função era apenas fazer propaganda para a venda de relógios e nunca foi sócio de empresa de marketing multinível

Por Ramiro Brites Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 31 ago 2023, 11h11 • Atualizado em 13 Maio 2024, 22h27
  • Ronaldinho Gaúcho presta depoimento nesta quinta à CPI das Pirâmides Financeiras. Segundo o ex-jogador, ele nunca foi intimado a comparecer à Comissão Parlamentar de Inquérito e nunca foi sócio da empresa 18K Ronaldinho e foi vítima de golpistas que usaram indevidamente seu nome. 

    “Se vocês pedirem para a CPI a prova da minha intimação, verão que inexiste. O meu irmão recebeu a intimação no dia 21/08/2023 e informou que não poderia fazer parte presente no dia seguinte pela manhã, em Brasília. Disse que não teria tempo hábil, tendo solicitado o agendamento de nova data. No dia seguinte, 22/08/23, meu irmão foi comunicado da nova data 24/08/23. O meu irmão me avisou dessa nova data e, prontamente, eu comprei a passagem aérea para o dia 23/08/2023, mesmo não tendo sido intimado para a CPI”, leu Ronaldinho aos deputados. 

    “O meu irmão estava no Rio de Janeiro e eu estava em Porto Alegre. No dia 23/08/23, o Aeroporto Salgado Filho fechou em razão de uma forte tempestade. Prontamente, o meu advogado enviou um e-mail para essa CPI informando a impossibilidade de voar em razão da tempestade. No referido e-mail, foi solicitado o agendamento de uma nova data. Esta CPI não respondeu o e-mail”, seguiu o ex-atleta. 

    Quanto à empresa, o ex-jogador alega ter licenciado sua imagem apenas a uma linha de relógio e que nunca foi sócio ou fundador da empresa 18K Ronaldinho. Ele disse ainda que, “tendo em vista que o forte sempre foi jogar futebol”, os contratos foram firmados pelo seu irmão, Roberto Assis Moreira. 

    “Eles utilizaram indevidamente o meu nome para criar a razão social dessa empresa”, disse. 

    “Eu fui, em verdade, vítima dos senhores Rafael e Marcelo, ora investigados pelo MP e pela polícia, que utilizaram meu nome indevidamente. Os senhores Rafael e Marcelo usaram a minha imagem captada para a promoção da linha de relógios indevidamente. Eu vi o senhor Marcelo Lara, duas ou três vezes no máximo, em alguma sessão de fotos e vídeos, para a linha de relógios. O senhor Rafael Horácio, eu sequer recordo ter conhecido”.

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