Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 7,99
Imagem Blog

Radar

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Marcelo Ribeiro e Pedro Pupulim. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Após ultimato de Motta, ministro adia vigência de portaria sobre feriados

Presidente da Câmara havia deixado nas mãos de Marinho decisão entre acordo com Congresso ou derrota ao governo no plenário

Por Marcelo Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 jun 2025, 14h30 • Atualizado em 17 jun 2025, 14h34
  • Pressionado pelo Congresso e após receber um ultimato do presidente da Câmara, Hugo Motta, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, decidiu adiar a vigência da portaria que estabelece que setores do comércio e serviços só poderiam funcionar aos feriados se houvesse negociação com sindicatos ou permissão por lei municipal. Os termos serão válidos a partir de março de 2026.

    Diante da articulação de parlamentares para votar o texto que susta os efeitos da portaria, Marinho procurou Motta na tarde desta segunda-feira e recebeu um ultimato do paraibano: ou o governo Lula encontrava um acordo sobre o tema, seja por revogação ou por adiamento da validade da portaria, ou a matéria seria apreciada no plenário.

    O encontro ocorreu no gabinete de Motta no Congresso Nacional na tarde desta segunda-feira.

    Horas antes, o deputado Luiz Gastão, autor do projeto que derruba a portaria, chegou a apresentar um requerimento para retirar a proposição de pauta diante da sinalização de governistas de que haveria a possibilidade de um acordo para prorrogar a permissão para esses estabelecimentos abrirem aos domingos e feriados.

    Marinho, porém, fez chegar ao Legislativo o recado de que o acordo não ocorreria.

    Continua após a publicidade

    Diante disso, Gastão desistiu do pedido de retirada de pauta.

    Preocupado com mais uma eventual derrota imposta pelos congressistas ao Executivo, o ministro foi às pressas ao gabinete do presidente da Câmara em busca de um acordo.

    Apesar dos apelos, Motta explicou a posição dos parlamentares e deu o ultimato ao auxiliar de Lula.

    Após reuniões internas, Marinho já sinalizou a Gastão que adiará a vigência da portaria. Uma mensagem será encaminhada ao Congresso, prevendo que os termos serão válidos apenas a partir de março de 2026.

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    OFERTA RELÂMPAGO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    RESOLUÇÕES ANO NOVO

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.