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Saúde reforça campanha sobre sintomas de dengue, Zika e chikungunya

Como as peças de comunicação do ministério orientam a população a agir em casos suspeitos e no controle de focos do reprodução do Aedes aegypti

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 21 jan 2025, 17h01 • Atualizado em 21 jan 2025, 17h14
  • A partir desta semana, o Ministério da Saúde intensificou a campanha de conscientização e mobilização pela redução de casos e mortes por dengue, Zika e chikungunya durante o período sazonal de aumento da incidência dessas arboviroses no Brasil.

    Com foco nos sintomas das doenças, a campanha apresenta o seguinte slogan: “Tem sintomas? A hora de ficar atento à dengue, Zika e chikungunya é agora.” 

    As peças de comunicação incentivam a população a procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) ao identificar sinais como manchas vermelhas no corpo, febre, dores de cabeça e dores atrás dos olhos. 

    A iniciativa é direcionada aos estados do Acre, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Tocantins e ao Distrito Federal.

    O objetivo é chamar a atenção para a eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti e incentivar a população a dedicar 10 minutos por semana para controlar os focos de reprodução do inseto.

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    A campanha segue nos canais digitais da pasta e canais abertos de televisão, rádio e locais de grande circulação.

    Os sintomas da dengue geralmente surgem entre quatro e dez dias depois da picada do mosquito infectado e podem variar de leves a graves. Os sinais mais comuns incluem:

    • Febre alta de início abrupto;
    • Dor de cabeça intensa, especialmente atrás dos olhos.
    • Dores musculares e nas articulações
    • Diarreia
    • Náuseas e vômitos
    • Dor nas costas
    • Manchas vermelhas na pele (exantema).
    • Conjuntivite (olhos vermelhos) 

    “Estamos unindo esforços para proteger a população durante o período mais crítico. Diagnóstico precoce, prevenção e assistência médica são nossas prioridades”, afirma a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

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