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Servidores da Abin usaram software espião para chantagear Ramagem, diz PF

Rodrigo Colli e Eduardo Izycki, demitidos em 2023, são indiciados por fraude de licitação e violação de sigilo funcional qualificada

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 jun 2025, 19h18 • Atualizado em 20 jun 2025, 19h17
  • Dois ex-oficiais de inteligência que eram alvo de processo disciplinar na Abin por serem sócios ocultos de uma empresa que disputou licitação do Exército Brasileiro em 2018 usaram seu conhecimento sobre o “uso irregular” do software de espionagem First Mile pela agência na gestão de Alexandre Ramagem como instrumento de “chantagem institucional” para evitar suas demissões, afirma a Polícia Federal (PF).

    O relatório final da investigação sobre a “Abin paralela”, cujo sigilo foi retirado nesta quarta-feira pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, indicia Rodrigo Colli e Eduardo Izycki por fraude de licitação e violação de sigilo funcional qualificada, ambas sob o agravante de concurso de pessoas. Em 20 de outubro de 2023, já no governo Lula, o ministro Rui Costa (Casa Civil) demitiu a dupla, que já havia sido presa pela PF.

    O uso do conhecimento sobre o software espião como ferramenta de coação, segundo a Polícia Federal, resultou em “atos ilegais e de obstrução por parte da alta gestão da Abin à época (ALEXANDRE RAMAGEM e CARLOS AFONSO), como a anulação indevida do PAD (processo administrativo disciplinar), a tentativa de ‘legalização’ extemporânea do First Mile, e a concessão de licenças para tratar de interesses particulares”.

    Os investigadores acrescentam que, “embora suas ações tenham contribuído para expor a existência da ferramenta e suas irregularidades, há fortes indícios de que agiram primordialmente em interesse próprio e, ao ameaçarem expor informações sigilosas sobre operações clandestinas para evitar punição por seus próprios desvios funcionais, potencialmente obstruíram a investigação mais ampla sobre a organização criminosa (ORCRIM) instalada na Abin”.

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