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Especialista explica laudo de câncer de pele de Bolsonaro

Paola Pomerantzeff é membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD)

Por Giovanna Fraguito Atualizado em 17 set 2025, 17h35 - Publicado em 17 set 2025, 17h29

O médico Claudio Birolini, chefe da equipe cirúrgica que acompanha Jair Bolsonaro (PL), confirmou na tarde desta quarta-feira, 17, que exames identificaram duas lesões compatíveis com câncer de pele no ex-presidente. No último domingo, 14, Bolsonaro passou por um procedimento médico para remover oito lesões de pele. Um laudo feito com o material biológico indicou a “presença de carcinoma de células escamosas ‘in situ’, em duas das oito lesões removidas”. A dermatologista Paola Pomerantzeff explicou o diagnóstico para a coluna GENTE.

“Os carcinomas basocelulares e espinocelulares, são os mais comuns e menos agressivos, conhecidos como “não melanoma”. O carcinoma espinocelular (CEC), é o segundo mais prevalente (o mais comum é o basocelular). Corresponde a 20-25% de todos os canceres de pele nos EUA e no Brasil. A neoplasia surge nas células escamosas que constituem a maior parte das camadas superiores da pele. Pode se desenvolver em qualquer parte do corpo, mas é mais comum mas áreas expostas ao sol: orelhas, face, pescoço, etc. A principal causa desse carcinoma é a exposição excessiva ao sol sem fotoproteção. Alguns casos estão associados a cicatrizes ou feridas crônicas, drogas, anti-rejeição de órgãos transplantados ou agentes químicos ou radiações. Normalmente os CECs se apresentam como uma lesão avermelhada, na forma de machucados ou feridas descamativas, que não cicatrizam e sangram com frequência. Podem parecer “verrugas”. O CEC in situ significa que as células malignas estão ‘restritas’ à camada mais superficial da pele, que não houve comprometimento das camadas mais profundas. Existem vários tratamentos possíveis dependendo de cada lesão e sua localização: normalmente excisão cirurgica (retirada e sutura), mas quando a lesão está restrita à epiderme, pode ser feita crioterapia (remoção da lesão por congelamento com nitrogênio liquido), creme de imiquimod (modificador da resposta imune que causa uma resposta inflamatória e o sistema imune da pessoa causa essa inflamação que trata a lesão), ou, tratamentos combinados. Se não for tratado, pode progredir para um carcinoma invasivo, aprofundando-se nas camadas da pele, com potencial para se espalhar para outras partes do corpo e aí o tratamento seria radioterapia”.

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