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Seis frases que marcam o cenário político de 2025

RETROSPECTIVA GENTE: de Lula a Macron, as declarações que traduzem o ano agitado que vai chegando ao fim

Por Tatiana Moura 25 dez 2025, 19h00 •
      1. Erika Hilton (Psol). “Oi, Oruam!”. Em junho deste ano, após a morte de um entregador de delivery durante uma operação policial no morro do Santo Amaro, no Rio de Janeiro, o rapper Oruam questionou no X o que ele poderia fazer diante da tragédia. A deputada federal, então, respondeu a publicação com uma série de instituições e pessoas que trabalham com a luta anti racista dentro das comunidades da cidade. Entretanto, um detalhe da resposta chamou atenção. “Oi Oruam!” viralizou entre os perfis de direita, principalmente pelo músico defender a liberdade do pai, Marcinho VP, e já ter tido comentários homofóbicos no passado. Após a repercussão do caso, Hilton pediu desculpas pelo tom que usou para falar com Oruam e que não sabia da história dele.
      2. Lula (PT). “Os usuários são responsáveis pelos traficantes, que são vítimas dos usuários também”. Enquanto cumpria a agenda presidencial na Indonésia, em outubro, Lula falou sobre como enfrentar o consumo e tráfico de drogas no Brasil. O petista defendeu que é mais fácil combater os usuários do que quem vende. A declaração repercutiu mal e, dias depois, ele disse que se expressou de forma errada. 
      3. Emannuel Macron. “Brinquei com a minha esposa como costumamos fazer com frequência”. Em maio, enquanto saía do avião presidencial, o presidente da França levou um tapa da primeira-dama, Brigitte. Dias depois, ele explicou que não era nada demais e criaram “fake news” sobre o caso.
      4. Donald Trump. “Ele parece um homem muito legal, na real. E eu gosto dele, e ele gosta de mim. E só faço negócios com pessoas que eu gosto”. Durante a 80ª Assembleia Geral da ONU, Lula e Trump se encontraram para conversar sobre o futuro dos países em meio ao tarifaço americano e pressão dos bolsonaristas. Após a ‘aproximação’ dos dois, o republicano retirou as tarifas de 40% de alguns produtos, incluindo carne, café e frutas. 
      5. Nikolas Ferreira (PL-MG). “Sim, queremos ser blindados”. Durante os debates e votação da PEC da Blindagem, o deputado federal concordou que o objetivo da proposta era proteger os próprios políticos. A ideia do projeto de lei era que deputados e senadores só poderiam ser julgados pelo STF, se eles votassem para que o julgamento ocorresse As principais críticas à proposta foram, entre outras, a necessidade de aprovação dos políticos para a investigação.
      6. Jair Bolsonaro (PL).“No final da tarde”. O ex-presidente confirmou em vídeo da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (SEAPE), que danificou a tornozeleira eletrônica que usava com ferro de solda “por curiosidade”. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) ordenou sua prisão no final de novembro.

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