Aos 84 anos, Bo vive uma velhice solitária. A esposa, internada em uma clínica para tratamento de demência, já não lhe faz mais companhia, e o filho, Hans, acredita que a melhor forma de lidar com o próprio pai é tolhendo sua autonomia. Seu companheiro fiel é um cachorro de estimação também idoso. Em uma narrativa poética, que transita pelos pontos de vista de alguém em seus últimos dias e de seus cuidadores, o livro de estreia da autora sueca foi aclamado pela delicadeza, sagacidade e empatia com os mais velhos.
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